BLOG DO MAYBUK - NA LUTA DO BOM COMBATE Este espaço é destinado a compartilhar com a comunidade minhas ações acadêmicas e profissionais. Também será utilizado para divulgar especialmente as ações de colegas economistas e outros profissionais e/ou pessoas da comunidade quando for necessário. O espaço servirá para debate sobre economia e política, onde serão manifestadas minhas opiniões a respeito, enquanto cidadão e professor universitário.
terça-feira, 7 de junho de 2011
A PARANAENSE GLEISI HOFFMANN SERÁ A MINISTRA CHEFE DA CASA CIVIL
sexta-feira, 3 de junho de 2011
NOTA DE FALECIMENTO
Nossas condolências aos familiares e amigos.
CRESCIMENTO DO PIB E O COMENTÁRIO DO MINISTRO
Veja o comentário do ministro da Fazenda Guido Mantega. CLIQUE AQUI.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
PRESIDENTA DILMA LANÇOU PROGRAMA CONTRA MISÉRIA
PARCERIA FECILCAM E CEDUS
O Referido Centro faz um belo trabalho, de acordo com a Coordenadora Edinalva, selecionando jovens de 14 a 16 anos oriundos de família de baixa renda que recebem capacitação.
No momento eles oferecem nas dependências da Fecilcam Curso de auxiliar administrativo aprendiz em supermercado em parceria com o SENAC e Curso de formação de aprendiz em serviços administrativos e bancários.
A Fecilcam com mais esta parceria, vai cumprindo o seu papel de contribuir com a sociedade, na melhoria de renda e qualidade de vida das pessoas.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
PARCERIA FECILCAM E TECNOCAMPO
O jornalista da Fecilcam Cássio Henrique Ceniz fez matéria sobre a parceria entre a Fecilcam e a Tecnocampo, com o objetivo da criação da Incubadora Universitária de Economia Solidária e o fortalecimento da Empresa Júnior Otimiza. CLIQUE AQUI para ler matéria.
FILOSOFANDO SOBRE ECONOMIA SOLIDÁRIA E ECONOMIA DE COMUNHÃO
Conversamos sobre vários assuntos. O professor José relembrou seu periodo de Prefeito e dos trabalhos comunitários e depois quis saber como estava o meu projeto da Incubadora de Economia Solidária na Fecilcam. Expliquei a ele que estou em fase adiantada de sua criação e que estive em Porto Alegre durante três dias participando de um Encontro Internacional das Incubadoras Universitárias justamente para obter mais informações. Também relatei a ele que estou acertando uma parceira com a Tecnocampo e finalmente fiz toda uma explanação sobre a economia solidária.
O Alex fez elogios aos trabalhos da Fecilcam e que esta está tendo destaque em todos os lugares, principalmente sobre a execução dos projetos do Programa Universidade Sem Fronteiras.
O professor José fez uma explanação sobre a economia de comunhão que ele está defendendo, por ser uma alternativa econômica que também leva em consideração a fraternidade. Inclusive está trabalhando para criar um grupo em Campo Mourão.
Na nossa conversa final verificamos que as duas formas (solidária ou de comunhão) podem contribuir uma com a outra e ser útil para toda sociedade.
terça-feira, 31 de maio de 2011
NOVOS LABORATÓRIOS DE INCLUSÃO DIGITAL NA FECILCAM
Local: Miniauditório da Fecilcam
Data: 02 de junho de 2011
Horário: 19h30min
COCHILO DEPOIS DO ALMOÇO AUMENTA A PRODUTIVIDADE
quinta-feira, 26 de maio de 2011
A TODOS E A TODAS ESTÁ CORRETO?
"Recentemente algo tem me chamado muito a atenção (principalmente em alguns discursos políticos e/ou universitários) na utilização da Língua Portuguesa. Refiro-me ao termo "a todos e a todas", pois tenho visto o uso frequente do mesmo na abertura de vários discursos. Diante de tal dilema, fiquei me perguntando se o termo está gramaticalmente correto, ou trata-se apenas de mais um "modismo" tão corriqueiro na nossa "maltratada" Língua. De qualquer forma, pesquisei a respeito e encontrei várias explicações para tal fenômeno.
O internauta Adelmo enviou ainda um texto extraido da Revista Veja sobre o assunto:
Todos e todas, brasileiros e brasileiras
“‘Boa noite a todos e a todas’ está correto? Virou moda entre alguns políticos de minha cidade se referir a ‘todos e todas’. Todos não engloba… todas?” (Leonardo Concon)
"É claro que engloba. Trata-se de um princípio gramatical do português, que não herdou do latim o gênero neutro: cabe ao masculino quebrar o galho nesse papel, abarcando também o feminino. A rebelião de certos falantes contra isso, que deu no modismo que intriga o leitor, é um dos aspectos da onda politicamente correta que, a partir do último quarto do século passado e tendo como centro irradiador o meio universitário americano, passou a tentar mudar a linguagem como uma forma de mascarar problemas que não conseguia resolver na realidade.
Algumas propostas do movimento se afogaram no próprio ridículo – aquela de chamar carecas de “capilarmente diferenciados”, por exemplo. Outras, porém, terminaram se entranhando de tal forma em nosso modo de falar e pensar que muitas vezes nem nos damos conta da mudança. O substantivo velhice começou por ceder espaço no discurso de muita gente ao eufemismo terceira idade e, em seguida, viu-se substituído por uma formulação francamente apatetada: melhor idade. Como toda droga, esta parece exigir doses cada vez mais fortes.
Não se trata de condenar a herança politicamente correta em bloco. É saudável que se chame a atenção dos falantes para a carga odiosa de racismo embutida num verbo como “judiar”, para citar um exemplo de ampla circulação no português. Judiar, maltratar, nasceu com uma mácula indisfarçável: quer dizer “tratar como se tratam os judeus”. As campanhas para abolir a palavra dos dicionários – que existiram e ainda existem – são equivocadas, pois não compete a lexicógrafos criar o vocabulário de uma língua e sim retratá-lo, mas a conscientização do público é bem-vinda. Cabe a cada um decidir com seus botões se deseja continuar falando assim.
De volta à questão de “todos e todas” – ou “brasileiros e brasileiras”, como José Sarney gostava de abrir seus discursos quando presidente da República –, o modismo tem até nome: “linguagem inclusiva”. Tem também um princípio de aparato legal a protegê-lo, tornando seu uso obrigatório em algumas esferas da administração pública. Basicamente, trata-se de uma bobagem populista – daí seu sucesso com os políticos, cultores por excelência de bobagens populistas. Se é inegável que a ancestral eleição do gênero masculino como universal é um sintoma de machismo da cultura, o que fazer disso é outra história.
O sexo masculino de Deus é mais um sintoma, e nem por isso tem prosperado a tese de Sua bissexualidade. Será que vale a pena encher nossa língua de cacos, redundâncias e pedidos de perdão, como se fôssemos todos(as) advogados(as) gagos(as)? Ou seria melhor se combatêssemos as discriminações reais onde elas de fato causam dano à sociedade, de preferência em linguagem limpa e clara, como adultos?"
Diante das colocações do referido internauta e também do texto acima, gostaria de saber a opinião de alguém da área de Letras da Fecilcam ou de outra Instituição.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
PROFESSORAS DE ECONOMIA FECILCAM SÃO PREMIADAS
terça-feira, 24 de maio de 2011
NOTÍCIAS SOBRE O DCE DA FECILCAM
CRIAÇÃO DO BLOG DO GRUPO DE PESQUISA GERA
domingo, 22 de maio de 2011
DELÍCIA DE ESPETÁCULO
Além da parte instrumental maravilhosa, com quatro grandes acompanhantes dentre eles o irmão Rodrigo Sater, as músicas eram verdadeiras poesias e o público parecia que não queria ir mais embora.
O Almir foi muito simpático, simples e sereno tal qual um bom matogrossense. Pediu para o público fazer coro e foi atendido, nas músicas tocando em frente, chalana e cabecinha no ombro. Ele se despediu do público depois voltou e cantou mais algumas músicas.
Uma noite deliciosa. Tenho certeza que todos que participaram do espetáculo, irão dormir com a alma massageada.