sábado, 27 de junho de 2026

UMA HOMENAGEM À EDVIGES IUBEL MAIBUCK

 




O editor do Blog do Maybuk (criado em 2008)  professor Sérgio Luiz Maybuk faz um relato sobre o falecimento de Edviges Iubel Maibuck.

 

No  dia 24 de junho de 2026 em que se comemora pela Igreja Católica São João, no período da noite recebi um áudio da querida tia Nena (Irene Maibuk), muito triste perguntando se eu sabia que a Iádia (Edviges Iubel Maibuck), casada com o irmão de meu pai, o Eduardo Maibuck que chamamos de Édio, havia falecido. Só registrando aqui que nossos sobrenomes são diferentes por registros cartorários, nem sei dizer qual é o correto.

 

Foi uma tristeza profunda para mim, eu passava mensagem a ela pelo whatsapp quase toda sexta-feira e na última eu escrevi “Desejo um ótimo final de semana” e ela respondeu “bom dia, pra você também” seguido da figura do beijinho no rosto, do coraçãozinho vermelho e as mãos juntas, a verdadeira representação dela para mim e com certeza para qualquer outra pessoa que ela gostava.

 

Eu sabia que ela tinha sido internada há algum tempo por problemas de pulmão depois saiu. E tempos depois quando perguntei a ela sobre a saúde, me respondeu por áudio que tinha quebrado a clavícula e depois outro osso que exigiu dela andar de andador, nada que a levasse à morte. Por isso minha grande surpresa e tristeza profunda.

 

Sobre a tia Iádia, há uma unanimidade para quem a conheceu e conviveu com ela. Era bondade em pessoa, era a simpatia em pessoa, generosa, carinhosa, querida, atenciosa, não tinha maldade no coração, um primor de pessoa. Sempre com aquele sorriso, sempre com aquela voz grave vai deixar saudades.

 

Na despedida dela foi possível ver aqueles choros doloridos dos filhos Everaldo casado com a Márcia e a filha Yasmin, Silvia casada com o Márcio, Vera casada com o João, e de todos os/as presentes, especialmente todos/as irmãos/as dela em volta, alguns deles vindos lá de Santa Catarina onde moram e trabalham. E as cunhadas dela tia Nena, tia Dinca e a tia Nhunha com o marido tio Hélio e os filhos Carlinhos Susana e minha irmã Rose com o marido Jefinho.

 

Minha namorada Marisa Pureza que sem conhecer ninguém da minha família em Pitanga-PR, gentilmente foi comigo até lá com seu carro. Na estrada ela dizia que quando foi Diretora do Colégio Estadual em Nova Tebas-PR, foi diversas vezes até Pitanga-PR em reuniões do Núcleo Regional de Educação e que a Chefe do Núcleo da época professora Tania e sua equipe ensinaram muito os/as Diretores/as. E ao adentrar na Capela Mortuária encontrou ali sentada a querida professora Ana Pietroski (eu já conhecia) que foi Subchefe do Núcleo da época, provando que sempre que saímos de casa podemos ampliar nossas relações sociais e até rever pessoas. .         

 

Nas conversas entre os presentes, as várias lembranças, a prima Susana casada com o Sandro que ali também estava, lembrou daquela maionese, eu lembrei daquele frango frito (a tia Iádia era uma maravilhosa cozinheira), minhas irmãs Rose e Rosane tinham um carinho muito grande por ela e adoravam encontrá-la. A tia Iádia disse várias vezes para mim que me amava. Ela falava com um carinho tão grande sobre meu filho Giordano (que ela nunca acertava o nome rsrs, o que vale era o carinho).Passei mensagem para ele e pedi que rezasse por ela, não acertava seu nome mas te amava, meu filho.

 

A tia Iádia cuidou do marido tio Édio como ninguém, era um casal grudado sempre e vai ser MUITO doloroso para ele a ausência dela, ele inclusive me disse “A Iádia resolveu ir embora. Os filhos vão sentir muito, os/as parentes, vizinhos/as, o pessoal da igreja (pensa numa mulher rezadeira), rezava por todo mundo.

 

Eu tenho uma passagem de criança muito significativa. Uma certa época, meu pai Julio trabalhava com seu caminhão no Mato Grosso e numa certa ocasião minha mãe Inês foi passar quase um mês lá naquele Estado e creio que minha irmã Rosane já existia, a caçula foi junto. Eu e minha irmã Rose ficamos algumas semanas em Roncador-PR na casa do tio Édio e tia Iádia. O tratamento foi tão extraordinário que quando a mãe voltou deu uma tristeza danada ir para casa.

 

Com certeza cada pessoa que ler esse singelo texto e que conheceu a tia Iádia tem uma história de carinho para contar. E falando em carinho, dois momentos lindos, no primeiro o padre na hora das exéquias, dentro das tradicionais falas em todos os velórios, num momento disse, a Ediviges que tanto rezou o terço para outras pessoas, agora Maria mãe de Deus, poderia dar uma mãozinha para ela chegar no céu. E o segundo momento o maravilhoso Ladislau Pietroski com aquela voz de radialista e uma oratória invejável, dentre outras coisas falou da Ediviges nos momentos de família, na igreja, limpando o Ginásio de Esportes (ela é funcionária aposentada da prefeitura) e destacou: Iádia, ontem você tinha saudade da dona Susana (mãe), do seu Cassimiro (pai), hoje nós é que temos saudades de você.   

 

No último encontro que tive com a tia Iádia lá em Pitanga-PR foi delicioso no ano de 2023, Eu, minha mãe, minhas irmãs conforme podemos ver nas fotos da publicação. Agora em 2026  voltamos para casa e ela fisicamente ficou juntinho da sua mãe no campo santo e sua alma está no céu, com certeza Nossa Senhora deu a mãozinha que o padre pediu.    

segunda-feira, 15 de junho de 2026

CAFÉ AGRO SERVELLO ORIUNDO DA AGRICULTURA FAMILIAR







 

O editor do Blog do Maybuk (criado em 2008), professor Sérgio Luiz Maybuk representando a Unespar campus de Campo Mourão, foi nomeado Coordenador do Espaço Pesquisa, Desenvolvimento e Extensão Universitária das Instituições de Ensino Superior da VI FATI – Feira do Agronegócio, Tecnologia e Inovação que aconteceu nos dias 11 e 12 de junho de 2026 na Associação dos Engenheiros Agrônomos de Campo Mourão.

É importante registrar que a Feira foi inicialmente Forum e na primeira edição idealizada pela então  Coordenadora da Câmara Temática do Agronegócio Dâmares Ferreira e valorosos/as companheiros/as, depois foram muito importantes dentre outros/as, Fernando Mizote, Jairo Martins de Quadros, João Ricardo Barbosa Rissardo, Rafael Pequito, Larissa Galassini, Frederico Stellato Farias, Kamila Walter, José Petruise, Cezar Bronzel, Marcus Laurani, Sandro Nasser , Sérgio Luiz Maybuk, Eduardo Akira Azuma, Antonio Krenski, Conceição Bayer, Roberto Recinella, Karen Pereira, Giullia  Worm Lobler ,   

Durante os dois dias do evento o professor Maybuk visitou vários stands e conversou com muita gente. Na área de vendas dos produtos da Agricultura Familiar todos os produtos expostos de muita qualidade.

Numa das conversas foi com o estudante de agronomia do Centro Universitário Integrado, o Gabriel Oliveira Servello que estava expondo um café de altíssima qualidade de nome Agro Servello, oriundo de uma pequena propriedade de 4 alqueires e que o professor provou e gostou. Segundo o Gabriel a produção do café é antiga na família dele e que  agora a produção é vendida em municípios da região.

Conforme pode ser observado nas fotos  há um café tradicional, café de mercado. Contém 60% café Arábica e 40% café conilon. E há um café caseiro, sendo 100% café arábica. Um café de qualidade superior ao tradicional. É necessário destacar que a FATI abre espaço para grandes, médios e pequenos produtores rurais e a presença do café Agro Servello é bom para o produtor da agricultura familiar e bom para a diversidade da Feira.

Para que os/as interessados/as em conhecer, consumir ou comercializar o Café Agro Servello pelo Instagram @agroservello .

domingo, 14 de junho de 2026

PARTICIPAÇÃO DA UNICAMPO NA VI FATI

















O editor do Blog do Maybuk (criado em 2008), professor Sérgio Luiz Maybuk representando a Unespar campus de Campo Mourão,  foi nomeado Coordenador do Espaço Pesquisa, Desenvolvimento e Extensão Universitária  das Instituições de Ensino Superior da VI FATI – Feira do Agronegócio, Tecnologia e Inovação que aconteceu nos dias 11 e 12 de junho de 2026 na Associação dos Engenheiros Agrônomos de Campo Mourão.

É importante registrar que a Feira foi inicialmente Forum e na primeira edição idealizada pela então  Coordenadora da Câmara Temática do Agronegócio Dâmares Ferreira e valorosos/as companheiros/as, depois foram muito importantes dentre outros/as, Fernando Mizote, Jairo Martins de Quadros, João Ricardo Barbosa Rissardo, Rafael Pequito, Larissa Galassini, Frederico Stellato Farias, Kamila Walter, José Petruise, Cezar Bronzel, Marcus Laurani, Sandro Nasser , Sérgio Luiz Maybuk, Eduardo Akira Azuma, Antonio Krenski, Conceição Bayer, Roberto Recinella, Karen Pereira, Giullia  Worm Lobler  

Na execução dos trabalhos, o professor Maybuk juntamente com o Coordenador da Câmara Temática do Agronegócio, vinculada ao CODECAM – Conselho de Desenvolvimento Econômico de Campo Mourão, engenheiro agrônomo Frederico Stellato Farias visitaram as direções da Unespar, UTFPR e Unicampo convidando a participarem do evento com exposições de pesquisas científicas, projetos de extensão universitária a divulgação de Cursos em consonância com o evento. Salientando-se que no Centro Universitário Integrado quem fez a visita foi a Larissa Galassini. 

Na publicação de hoje, retrata-se a participação da UNICAMPO – Faculdade Unicampo dirigida pela professora Aparecida da Penha dos Santos. Nas fotos a seguir aparecem visitantes e especialmente os colaboradores que participaram do evento, Roberto Recinella (responsável geral) em que manteve diversos contatos com o professor Maybuk antes e durante o evento, Cibele Mantovani, Marcelo Pereira de Meira, Maria Rosalina Gomes e Henrique Costa.

Nas fotos também é possível ver em destaque os cursos relacionados ao evento e para maiores informações é possível em contato pelo Instagram @faculdadeunicampo .  

quarta-feira, 10 de junho de 2026

PROFESSOR DA UNESPAR DE CAMPO MOURÃO É PREMIADO NO RIO DE JANEIRO






O professor Henrique Pavan Beiro de Souza, do Colegiado de Ciências Econômicas da Unespar campus de Campo Mourão, foi premiado no Rio de Janeiro. Ele com outros autores no artigo receberam o prêmio de "Melhor artigo em língua portuguesa, na Conferência RAMICS RIO 2026 no Rio de Janeiro com o trabalho "CRIPTOMOEDA DA PERIFERIA COMO RESPOSTA À TECNOFEUDALIZAÇÃO". 

O evento “8th Biennial RAMICS International Conference - Rio de Janeiro, Brasil - 8- 12 de Junho de 2026. Research Association on Monetary Innovation and Community and Comnplementary Currency Systems”.

Escreveram juntos Alexandre Favaro Lucchesi, William Retamiro, Antônio Fernando Gomes Alves e Lucas Ferreira Lima. 


terça-feira, 9 de junho de 2026

OFICINA: INTERVENÇÕES URBANAS EM ARTE: AGIR O MUNDO QUE QUEREMOS






O Blog do Maybuk (criado em 2008) sempre que possível publica ações de arte e cultura especialmente da região de Campo Mourão-PR ou ligadas aos trabalhos da UNESPAR – Universidade Estadual do Paraná que possui sete campi e dois deles em Curitiba, sendo as antigas EMBAP e FAP.

O editor do Blog, professor Sérgio Luiz Maybuk participou no mês de maio de 2026 da organização do 3º FESTAR – Festival de Arte e Cultura da Unespar, idealizado pela professora Marcia Moraes, evento que acontece a cada ano em um dos campi e em 2026 foi no campus de Campo Mourão.

Foram vários eventos muito interessantes e que despertaram muitas emoções nos/as participantes e dentre eles, a  Oficina: Intervenções Urbanas em Arte: agir o mundo que queremos, comandada pelo professor Diego Elias Baffi - Doutor em Teatro do Bacharelado em Artes Cênicas na Unespar.

Por meio da querida e competente professora Marcia Moraes – Diretora de Cultura da Unespar entrei em contato com o professor Diego com o interesse de fazer uma matéria aqui sobre o projeto dele.  Disse a ele que gostaria de saber a origem do projeto, principais resultados na última edição do FESTAR e das outras edições se ele desejasse etc.

Ele foi muito receptivo e respondeu: quanto às suas perguntas, primeiramente agradeço pela oportunidade — é uma felicidade poder compartilhar esta que tem sido uma pesquisa de vida e manifesta‑se, entre outras coisas, nas ações que realizamos durante as edições do Festar. Creio que essas ações se relacionam com uma determinada perspectiva de economia (relação a qual sei versar pouco e adoraria aprender mais com o senhor, se quiser falar de como vê esta possível relação), e, claro, no âmbito de extensão e cultura em nossa instituição.

O projeto nasce no bojo de uma pesquisa que desenvolvo desde 2003 sobre ações artísticas em espaços urbanos. Trabalho principalmente com uma linguagem que chamamos de intervenção urbana. A Feira de Trocas Poéticas é uma ação já antiga do repertório do grupo artístico quandonde intervenções urbanas em arte, do qual faço parte — envio o link em seguida, assim como meu contato de e‑mail.

Este projeto visa construir novos modos de sociabilidade nos espaços públicos, baseado na interlocução entre as artes e ações extraartísticas. No Festar levamos essa ação porque ela requer pouco tempo de preparação para ser realizada; assim, tanto agora quanto nas edições anteriores apresentamos a proposta como modo de construir as proposições das pessoas participantes e já levá‑las ao espaço público. No ano passado, em 2025, nossa oficina se baseou em outra ação: uma contação de histórias para ouvintes de olhos fechados também realizada em espaços públicos — chamada Além do Literal; enviarei o link desta ação também em seguida.

Nesta edição do Festar tivemos um grupo muito interessante, composto por participantes de diferentes campus, que aceitaram a proposta de produzir esse conjunto de trocas a partir de suas aspirações individuais em relação ao espaço público (por isso, inclusive, o nome da Oficina: Intervenções Urbanas em Arte: agir o mundo que queremos). Esse grupo, bastante engajado, em curto espaço de tempo alcançou resultados interessantes: as trocas de sábado geraram múltiplas possibilidades de encontros e trocas poéticas subjetivas não redutíveis a um valor monetário, para o espaço público de Campo Mourão.

Não tirei fotos pessoais do evento, mas tenho aqui algumas imagens e vídeos postados no Drive do evento, que também posso compartilhar conforme seu interesse. As fotos que enviam devem ser creditadas a @maria_gustavol

Tentei não aprofundar demais as reflexões acima para não alongar demais esta mensagem, mas permaneço à disposição para uma conversa em momento oportuno ou para responder outras perguntas objetivas que deseje fazer. Abaixo segue, como exposto, os links que mostram a parte artística da minha pesquisa em execução ao longo dos últimos anos; neles há vídeos e outras informações complementares sobre as ações que descrevi. https://www.quandonde.com.br/feira-de-trocas-poeticas

https://www.quandonde.com.br/alemdoliteral

e-mail diego.baffi@unespar.edu.br

No diálogo com o professor Diego e com relação a questão econômica, respondi que talvez se encaixe na economia criativa, pelo que acompanhei no sábado lá na praça, possivelmente as atividades possam contribuir para a melhoria de vida, proporcionando um maior equilíbrio entre as ações do cotidiano, emoções, ansiedades etc. Não sou especialista na área, estou apenas fazendo conjecturas.

O que sempre defendi é que atividades artísticas e culturais são trabalhos e devem ser remuneradas como qualquer outra atividade. Se eu pago medicamentos, academia, psicólogo, etc que contribuem para a melhoria de vida, por qual razão atividades artísticas e culturais de qualquer modalidade (inclusive nas praças)que ajudam no bem estar não podem ter um valor monetário?

E o professor Diego arrematou, concordo contigo que as atividades devem ser remuneradas. O que defendemos é que o pagamento não deva ser uma barreira. Ações como estas deveriam ser pagas com dinheiro público, pois a arte, desta perspectiva, é um princípio para cidadania, um direito fundamental.