quinta-feira, 30 de junho de 2016

CADÊ OS PANELEIROS, CADÊ OS MANIFESTANTES CONTRA A CORRUPÇÃO?

Cadê os paneleiros? Cadê o povo indignado que saía às ruas contra a corrupção? O ultra indiciado Eduardo Cunha continua mandando no Brasil e o golpista Temer é apenas seu Secretário. Fala sério? Será que a indignação era de conveniência?
Para terminar minhas indagações, o que aconteceu com o deputado paranaense Osmar Serraglio? Ele não foi o grande ator na época do mensalão defensor da moralidade e agora segundo alguns colunistas seria um protetor do Cunha?
O jornalista Jânio de Freitas escreve um artigo sobre a relação Temer/Cunha. CLIQUE AQUI para ler.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

segunda-feira, 27 de junho de 2016

SIMPLESMENTE FANTÁSTICA A AULA DE ECONOMIA DO CIRO GOMES

Simplesmente fantástica a aula de economia do Ciro Gomes. "Papo furado de Estado Mínimo é conversa de Barão com bucho cheio ganhando na especulação" CLIQUE AQUI para assistir.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

segunda-feira, 20 de junho de 2016

UM HORIZONTE CHAMADO JOVEM, ESCRITO PELO PROFESSOR CÍCERO SOUZA

Um texto belíssimo escrito pelo professor, poeta e palhaço  Cícero Pereira de Souza:



Quando olho para o horizonte, me pergunto sempre o que devemos enxergar. Mas, atualmente, olhar para o horizonte é também estabelecer o que nele reside enquanto incertezas, o porvir. Nesse sentido, olhar para o horizonte, neste exato momento, configurou-se pra mim o pensar no jovem e o que representa ser jovem. Não apenas numa condição temporal do corpo e da mente simplesmente, pois,  para a sociedade moderna , o jovem é o alvo, é a mira, é  aquele  que tem de ser condicionado aos modelos de consumo, aos modelos de discursos opressores, aos mais radicais métodos e ações de exclusões. Ser jovem na visão conservadora tem que ser engarrafado ao tomar o refrigerante preto, no qual inscreve-se sua marca com letras em vermelho. Qual o nome dele mesmo? “Impossível o lapso cocacólico”. Ser jovem é estar na  mira das mais fortes organizações que buscam imbecilizá-lo, com suas malhações televisivas, que os quer apenas como consumidor dos lixos industriais (modas enlatadas, músicas enlatadas, comidas enlatadas, notícias enlatadas...)

Não!!! Não!!! Esse é um horizonte turvo. O que temos é outro horizonte. Temos jovens, em todos os espaços, com fome de lutar. Com sede de Arte, de Justiça, de Direitos. Com gritos presos buscando se libertar desse discurso opressor, moralista, fascista, hipócrita. Por isso, o jovem na rua é uma grande ameaça aos modelos impostos. Os jovens organizados imprimem e expõem as faces cruéis de uma sociedade que os querem apenas como sujeitos silenciados, sem opiniões, sem senso crítico, mortos aos montes nas periferias. Ver os  jovens na rua com sua típica energia, sua voz, reivindicando seus direitos é,sem dúvida, uma ameaça aos capitães do mato de uma sociedade hipócrita e corrompida nos seus valores.

Olhar para os olhos dessa jovem e desse jovem, que não reproduzem a fala dos opressores é, sem sombra de nuvens, rever essa luz brilhante de sol no horizonte. O grito desses jovens é, sim, por uma Escola de Qualidade desde a merenda aos seus mais múltiplos espaços. Desde o transporte público até o direito aos investimentos na construção de mais escolas, de educadores qualificados, a ter a perspectiva de,  inclusive, poder ser um educador.

O movimento desses Estudantes representa a mais legítima força que se mobiliza para dizer não aos mais violentos ataques aos direitos humanos, ao direito à educação, à arte e à cultura, ao direito à cidade, aos serviços públicos, ao direito de exercer a democracia de fato. Ser jovem é, sim, estar organizando e organizados nas ruas, nas praças, nas escolas, nas universidades, nos grupos, nos clubes, nas redes sociais, para combater as opressões.

Acredito nesse horizonte de jovens politizados, críticos, leitores e construtores de uma nova sociedade, mais justa, digna, menos corrupta e corrompida. Então, “ não se avexe não, que nada é pra já”. Mas sei, que novos caminhos se constroem caminhando. Avante, meninos e meninas, com coragem, amor e conhecimento, contra aqueles que tentam vos calar!

terça-feira, 31 de maio de 2016

ADALBERTO DIAS DE SOUZA, NOVO DOUTOR DA UNESPAR

A Unespar campus de Campo Mourão tem um novo doutor. 

Meu amigo e companheiro de vários projetos juntos, professor Adalberto Dias de Souza defendeu sua tese na UEM no mês de maio de 2016

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS LETRAS E ARTES
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: ANÁLISE REGIONAL E AMBIENTAL

O título da tese:  

NOVOS MUNICÍPIOS COMO ESPAÇOS SOCIAIS E POLÍTICOS:
IMPLICAÇÕES DO PROCESSO DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICO-ADMINISTRATIVA, NOS MUNICÍPIOS DA MESORREGIÃO CENTRO-OCIDENTAL DO ESTADO DO PARANÁ.

Banca examinadora:

Profa. Dra. Angela Maria Endlich
Orientadora – Presidente
Universidade Estadual de Maringá - UEM

Profa. Dra. Márcia da Silva
Universidade Estadual do Centro Oeste – Unicentro

Prof. Dr. Ricardo Luiz Töws
Instituto Federal do Paraná – IFPR

Profa. Dra. Glaucia de Souza Munhoz
Universidade Estadual de Maringá - UEM

Prof. Dr. Paulo Roberto Santana Borges
Universidade Estadual do Paraná – Unespar

 
Além da felicidade de saber que o professor Adalberto concluiu o doutorado, fico feliz também de ver na lista da banca examinadora o professor Ricardo que trabalhou conosco na Unespar e o meu grande amigo, batalhador e vencedor Professor Paulinho.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

LANÇAMENTO DO LIVRO "O MENINO DA GARRAFINHA DE LEITE" ESCRITO POR JADER LIBÓRIO DE ÁVILA

Ontem na Casa da Cultura de Campo Mourão-Pr (local de minha formatura em economia no ano de 1994), ao lado dos professores do colegiado de geografia da Unespar Campo Mourão Fábio Costa e Edson Noriyuki Yokoo assisti a uma bela cerimônia do lançamento do livro "O menino da garrafinha de leite" escrito pelo querido professor já aposentado Jáder Libório de Ávila.
Foi tudo muito lindo, a começar pelas apresentações musicais do nosso talentoso Fausto Jacques com sua voz potente e estilo diferente daquele que eu já conhecia quando faz show cantando Elvis. Cantou músicas em outras línguas, muito bom.
A mestre de cerimônia foi a esposa do escritor professora Vera Lúcia de Ávila que além de apresentar vários convidados também leu poesias.
Teve fala de componentes da mesa de autoridades/convidados.
Falou com muito carinho sobre o escritor, o diretor da Unespar campus de Campo Mourão professor Eder Rogerio Stela que também foi colega de trabalho.
Palavras carinhosas também foram ditas pela prefeita Regina Dubay e a presidente da Academia Mourãoense de Letras Ester Piacentini.
O Pastor João Francisco dos Anjos que na minha formatura naquele mesmo local, ao lado da Padre Ademar de Oliveira Lins, havia celebrado um culto ecumênico, falou belas palavras direcionadas ao professor Jader, citando que seus filhos todos foram seus alunos, depois o abençoou e ressaltou o que é ser um escritor.
O psicólogo da Coamo e ex-professor da antiga Fecilcam Antonio Cesar Marini emocionou a todos ao emocionar-se falando da amizade dele com o casal Jader e Vera e dos filhos dele e do referindo casal que cresceram juntos. Disse que uma filha dele tem um livro na cabeceira da cama que ganhou do casal Ávila e que significou muito para a educação dela.
Finalizando as falas, o professor Jader com muito bom humor, agradeceu a presença dos convidados ecléticos, colegas da antiga Fecilcam, colegas de jogos, de sauna etc. Afirmou que escreveu o livro por três motivos. O primeiro por ter sido paraninfo há alguns anos das turmas de licenciaturas do nosso campus e após seu discurso, foi incentivado por vários professores a escrever um livro sobre sua vida, o segundo para afastar um alemão indesejável de sua vida, um tal de alzheimer e finalmente em homenagem a seu bisavô que saiu de outro Estado e se estabeleceu em Minas Gerais.
Na mesa de autoridades/convidados ainda destaco a querida professora Leonor de Mattos (que deu a minha primeira aula na faculdade) e o querido professor Joani Teixeira o qual encontrei no sábado ao lado da professora Dircélia no anfi-teatro da Unespar. Lembrei do livro dele cheio de boas histórias e me atiçou a curiosidade de ler o livro do professor Jader que é da mesma geração.
Na fila de autógrafos conversei bastante com os professores Jair Grasso e Dirce Wanderbrook e no momento da assinatura no livro que adquiri o professor Jader ele afirmou que eu sou um dos incentivadores dele a escrever a obra. Fiquei muito feliz e estou aguardando a foto que tiramos no local para recordação.
Quando eu ler o livro farei uma matéria a respeito.