quarta-feira, 13 de julho de 2016

UMA ENTREVISTA MINHA NO SITE DO TCE

Uma aluna aqui da Unespar Campo Mourão, que não sei nem o nome disse que assistiu uma entrevista minha no site do TCE - Tribunal de Contas do Estado sobre Auditoria Social. Eu nem sabia da existência do vídeo, mas é de um projeto maravilhoso parceria das universidades com o TCE. Além de mim participaram da elaboração do projeto Aurea Viana e da execução Joao Marcos Avelar, Analéia Domingues, Nayara Oliveira, Marlon Dal Pasquale, Andreia Albuquerque, Gessica Zavadoski e outros vários alunos. Vale a pena assistir o vídeo de quase 10 minutos para conhecer o trabalho executado - CLIQUE AQUI para assistir.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

sábado, 9 de julho de 2016

IMPERDÍVEL EDIÇÃO DA CARTA CAPITAL DO FINAL DE SEMANA

Imperdível edição da Carta Capital comandada pelo mais experiente jornalista brasileiro Mino Carta. Trata da comissão do impeachment no Senado, do Cunha e uma reportagem importante sobre o grande Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns.  CLIQUE AQUI para ler.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

REUNIÃO DE TRABALHO E PALESTRAS SOBRE OS CAMINHOS DE PEABIRU EM PEABIRU-PR










Hoje das 8 as 9 tive uma reunião de trabalho sobre "Os Caminhos de Peabiru" com o prefeito de Peabiru-Pr Claudinei Antonio Minchio e o Secretário Municipal Adilson Basseto ex-aluno de economia da Unespar campus de Campo Mourão. Participaram também da reunião a professora e geógrafa Gisele Ramos Onofre e a professora e turismóloga Marilene Celant.

Depois na sequência, manhã e tarde participei do evento I Encontro Paranaense sobre os Caminhos de Peabiru realizado na Câmara de Vereadores  de Peabiru-Pr.

No evento teve falas iniciais dos representantes dos município Arleto Rocha e Jair Elias dos Santos Junior. No período da manhã palestra " O Peabiru no Paraná Espanhol com a arqueóloga do Museu Paranaense Claudia Parellada. No período da tarde palestra " Rotas Turísticas, Estudos e Caminhadas pelos Caminhos de Peabiru com a turismóloga Marilene Celant e a palestra "Questionamentos e outras Hipóteses"  com o Coordenador do Paraná Turismo Hardy Guedes.

Participaram dos debates as professoras Gisele Ramos Onofre e Sabrina Andrade e o grande conhecedor dos Caminhos de Peabiru Sr. Antonio Gancedo.

Estavam no evento também os professores da Unespar Ana Paula Colavite, Fábio Sexugi e Astor Weber.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

CADÊ OS PANELEIROS, CADÊ OS MANIFESTANTES CONTRA A CORRUPÇÃO?

Cadê os paneleiros? Cadê o povo indignado que saía às ruas contra a corrupção? O ultra indiciado Eduardo Cunha continua mandando no Brasil e o golpista Temer é apenas seu Secretário. Fala sério? Será que a indignação era de conveniência?
Para terminar minhas indagações, o que aconteceu com o deputado paranaense Osmar Serraglio? Ele não foi o grande ator na época do mensalão defensor da moralidade e agora segundo alguns colunistas seria um protetor do Cunha?
O jornalista Jânio de Freitas escreve um artigo sobre a relação Temer/Cunha. CLIQUE AQUI para ler.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

segunda-feira, 27 de junho de 2016

SIMPLESMENTE FANTÁSTICA A AULA DE ECONOMIA DO CIRO GOMES

Simplesmente fantástica a aula de economia do Ciro Gomes. "Papo furado de Estado Mínimo é conversa de Barão com bucho cheio ganhando na especulação" CLIQUE AQUI para assistir.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

segunda-feira, 20 de junho de 2016

UM HORIZONTE CHAMADO JOVEM, ESCRITO PELO PROFESSOR CÍCERO SOUZA

Um texto belíssimo escrito pelo professor, poeta e palhaço  Cícero Pereira de Souza:



Quando olho para o horizonte, me pergunto sempre o que devemos enxergar. Mas, atualmente, olhar para o horizonte é também estabelecer o que nele reside enquanto incertezas, o porvir. Nesse sentido, olhar para o horizonte, neste exato momento, configurou-se pra mim o pensar no jovem e o que representa ser jovem. Não apenas numa condição temporal do corpo e da mente simplesmente, pois,  para a sociedade moderna , o jovem é o alvo, é a mira, é  aquele  que tem de ser condicionado aos modelos de consumo, aos modelos de discursos opressores, aos mais radicais métodos e ações de exclusões. Ser jovem na visão conservadora tem que ser engarrafado ao tomar o refrigerante preto, no qual inscreve-se sua marca com letras em vermelho. Qual o nome dele mesmo? “Impossível o lapso cocacólico”. Ser jovem é estar na  mira das mais fortes organizações que buscam imbecilizá-lo, com suas malhações televisivas, que os quer apenas como consumidor dos lixos industriais (modas enlatadas, músicas enlatadas, comidas enlatadas, notícias enlatadas...)

Não!!! Não!!! Esse é um horizonte turvo. O que temos é outro horizonte. Temos jovens, em todos os espaços, com fome de lutar. Com sede de Arte, de Justiça, de Direitos. Com gritos presos buscando se libertar desse discurso opressor, moralista, fascista, hipócrita. Por isso, o jovem na rua é uma grande ameaça aos modelos impostos. Os jovens organizados imprimem e expõem as faces cruéis de uma sociedade que os querem apenas como sujeitos silenciados, sem opiniões, sem senso crítico, mortos aos montes nas periferias. Ver os  jovens na rua com sua típica energia, sua voz, reivindicando seus direitos é,sem dúvida, uma ameaça aos capitães do mato de uma sociedade hipócrita e corrompida nos seus valores.

Olhar para os olhos dessa jovem e desse jovem, que não reproduzem a fala dos opressores é, sem sombra de nuvens, rever essa luz brilhante de sol no horizonte. O grito desses jovens é, sim, por uma Escola de Qualidade desde a merenda aos seus mais múltiplos espaços. Desde o transporte público até o direito aos investimentos na construção de mais escolas, de educadores qualificados, a ter a perspectiva de,  inclusive, poder ser um educador.

O movimento desses Estudantes representa a mais legítima força que se mobiliza para dizer não aos mais violentos ataques aos direitos humanos, ao direito à educação, à arte e à cultura, ao direito à cidade, aos serviços públicos, ao direito de exercer a democracia de fato. Ser jovem é, sim, estar organizando e organizados nas ruas, nas praças, nas escolas, nas universidades, nos grupos, nos clubes, nas redes sociais, para combater as opressões.

Acredito nesse horizonte de jovens politizados, críticos, leitores e construtores de uma nova sociedade, mais justa, digna, menos corrupta e corrompida. Então, “ não se avexe não, que nada é pra já”. Mas sei, que novos caminhos se constroem caminhando. Avante, meninos e meninas, com coragem, amor e conhecimento, contra aqueles que tentam vos calar!