BLOG DO MAYBUK - NA LUTA DO BOM COMBATE Este espaço é destinado a compartilhar com a comunidade minhas ações acadêmicas e profissionais. Também será utilizado para divulgar especialmente as ações de colegas economistas e outros profissionais e/ou pessoas da comunidade quando for necessário. O espaço servirá para debate sobre economia e política, onde serão manifestadas minhas opiniões a respeito, enquanto cidadão e professor universitário.
sexta-feira, 18 de março de 2011
DOAÇÃO PARA O JAPÃO
VAGAS DE ESTÁGIO NA UEPR/FECILCAM
A Universidade Estadual do Paraná (UEPR/Campus Campo Mourão-Fecilcam) informa que possui vagas de estágio remunerado para estudantes do Ensino Médio e Ensino Superior ligados à área de Informática. O horário do estágio é no período noturno e diurno, respectivamente. Os interessados devem entregar seus currículos na UEPR/Fecilcam, diretamente na Secretaria Geral da instituição, com o professor Sérgio Luiz Maybuk. O currículos podem ser entregues até o dia 25 de março, em expediente diurno. O currículo dos candidatos será avaliado e os classificados passarão por uma entrevista. Apenas serão avaliados os candidatos que tiverem currículo que corresponde às necessidades do Setor de Informática da UEPR/Fecilcam.
EX ALUNA DA FECILCAM ENTREVISTADA NO ESTÚDIO DA RPC EM CURITIBA
A minha alegria em assistir a entrevista com duração de uns 10 minutos, foi ver que a consultora Joana, hoje foi destaque no jornal de grande audiência é formada em Ciências Contábeis pela Fecilcam, morava em Campina da Lagoa-Pr - região da COMCAM e sempre nas oportunidades que tive em conversar com ela, era nítido que seria uma profissional de sucesso.
O sucesso da consultora Joana de Mello deve servir de exemplo a todos os acadêmicos da UEPR/Fecilcam.
quarta-feira, 16 de março de 2011
PARA VARIAR
Tentei fugir e fui para o site charges.uol.com.br que sempre tem sátiras, hoje está apresentando um momento de reflexão com a charge "especial - Japão" clique aqui e aí, me deu uma tristeza danada e vontade de chorar.
Quando sinto vontade de chorar, entro em "deprê" (só por alguns minutos, porque a vida é bela) e escuto pelo menos uma música do Renato Russo que adoro.
Quando eu era criança eu ouvia uma música que adorava, do Tremendão Erasmo Carlos que quando não cantava rock, cantava musiquinhas bem doces para aliviar o coração, ela se chamava "a carta".
Um dia li em algum lugar que o Renato Russo, no auge do sucesso, ligou para velho Erasmo Carlos e disse que queria gravar uma música com ele. Erasmo ficou surpreso com a proposta e perguntou que música seria essa e o Renato respondeu - A carta. Eu já conhecia a música cantada pelo Erasmo, mas com o arranjo que o Renato Russo deu, ficou fantástico e pode ser apreciada com um clique aqui .
Duas observações:
A primeira é que enquanto você vai ouvir a música "a carta" com o Renato Russo e o Erasmo Carlos, do lado direito terá um vídeo que apresentará a metade do texto escrito por um tal de William Shakespeare.
A segunda é que quando terminei de escrever a matéria a "deprê" já tinha passado e já estava pronto para enfrentar a batalha do outro dia.
PRESIDENTA DILMA QUER DIALOGAR COM A CLASSE MÉDIA
Dilma: ‘O governo precisa falar com a classe média’
Alan Marques/Folha
Dilma Rousseff reuniu nesta terça (15) o Fórum Direito e Cidadania, grupo interministerial que cuida das políticas sociais do governo.
Um dos participantes do encontro relatou ao blog pedaços da mensagem que a presidente dirigiu aos ministros.
A portas fechadas, longe dos refletores, Dilma revelou-se preocupada com a classe média. Dividiu o segmento em dois: a “nova” classe média e a “tradicional”.
Disse que falta ao governo um discurso para esses segmentos. “O governo precisa falar, tem que dialogar com a classe média”.
Referindo-se à gestão Lula, afirmou que o Estado tornou-se “PhD em pobres”. Teve tanto êxito, que criou a “nova classe média”.
Agora, disse ela, é preciso combinar as duas coisas: manter o foco nos “excluídos” e desenvolver “um discurso” para a nova e a antiga classe média.
Citou alguns temas que, a seu juízo, são caros a esses segmentos intermediários da pirâmide social: direito do consumidor, meio ambiente e acesso à cultura.
Instou os presentes a burilar o discurso e a elaborar programas oficiais para “atender a essas demandas”.
A certa altura, Dilma fez um comentário impregnado de 2014. Disse ter ouvido de um amigo a seguinte obsrvação:
Os pobres que ascenderam socialmente sob Lula tendem a cultivar valores comuns à classe média tradicional. Se desatendidos, vão votar contra o governo mais adiante.
Na parte deliberativa da reunião, decidiu-se que o governo vai ampliar e renovar a política de conferências setoriais iniciada sob Lula.
segunda-feira, 14 de março de 2011
A PARANAENSE CATARATAS DO IGUAÇÚ, MUNDIALMENTE CONHECIDA
Quero destacar a capacidade do Matheus Gabriel Teixeira Paes em fotografar. Algumas fotos são verdadeiros cartões postais.
DESTRUIÇÃO NO JAPÃO GERA PREJUIZO DE 171 BILHÕES DE DÓLARES
domingo, 13 de março de 2011
ENTREVISTA COM NELSON DENKER
sábado, 12 de março de 2011
VEJAM O QUE A CORAJOSA JORNALISTA FALA SOBRE O CARNAVAL
MENORES APRENDIZES NA UEPR/FECILCAM
Na solenidade estiveram presentes além dos alunos e convidados dos mesmos, Rodolfo Antonio Bonetti de Curitiba-Pr pelo SESCOOP; Antonio Cesar Marini e Ercilia schmidt pela COAMO Agroindustrail e pela UEPR/Fecilcam o seu Diretor professor Antonio Carlos Aleixo, o Secretário Geral professor Sérgio Luiz Maybuk, o Coordenador local do projeto professor João Carlos Leonello, a agente universitária Glaucia Patrícia Soares e ainda o professor Walmir Ruiz Salinas.
Foram apresentados vídeos institucionais da COAMO Agroidustrial e o SESCOOP e foi explanado a programação e os objetivos do projeto.
O anfitrião professor e Diretor da UEPR/Fecilcam Antonio Carlos Aleixo deu boas vindas aos participantes, explicou que atualmente a Instituição que era Faculdade passou a ser Campus de uma Universidade que congrega outras sete no Estado do Paraná, afirmou que o Brasil está se desenvolvendo bem no campo da geração de oportunidades de trabalho, mas que precisa ainda se desenvolver culturamente. Afirmou ainda que a universidade está de portas abertas para toda a comunidade e desejou sucesso aos alunos e as alunos do projeto.
quarta-feira, 9 de março de 2011
NO BRASIL O RACISMO AINDA É MUITO FORTE
UMA BOA PROSA COM O ROGÉRIO TONET
Depois de um longo tempo de espera, antes de ser atendido, tive o prazer de ser encontrado pelo professor Rogério Tonet, que para quem não sabe, é um baita intelectual, ex-professor da antiga Fecilcam e da Faculdade Integrado e atualmente é doutorando na UFSC na área de administração.
Sempre quando encontro o Rogério, sei que depois da conversa saberei um pouco mais das coisas, que antes do encontro. O referido professor, embora ainda muito jovem, sempre tem conteúdo nas conversas, fala detalhadamente e sempre sorrindo, o que torna o papo leve e solto.
Conversamos sobre um livro que eu estava lendo "Oratórias Históricas de autoria do Pedro da Veiga e Jair Elias dos Santos Junior" (farei uma matéria sobre alguns dos discursos); conversamos sobre a discriminação que os sulistas têm pelos nordestinos e esquecemos que grande parte da cultura e da intelectualidade brasileira devemos a eles; falamos de doutorado, grupo de pesquisa e de blogs, pois somos blogueiros e participamos da "febre" do momento.
Ele me indicou o seu blog e pediu para que fizesse algumas observações. Acessei: http://anacronismocronico.blodspot.com , li algumas matérias e já inclui no meu blog no grupo dos blogs importantes.
Ao ler o blog anacronismocronico, você vai conhecer um pouco da intelectualidade e a irreverência do Rogério. As matérias são interessantes por não terem prazo de validade - explico: elas servem de reflexão e podem ser lidas a qualquer tempo. Algumas fazem referência a autores consagrados e isso ajuda inclusive estudantes que estão começando a vida intelectual.
Acredito que é mais um meio de comunicação para ajudar na reflexão da vida e do mundão que nos cerca, de tantas baboseiras do tipo Big B(que fede) Brasil e demais exercícios de se falar dos outros sem acrescentar em nada o intelecto de ninguém.