segunda-feira, 30 de novembro de 2015

O CASO DA MASSA FALIDA DO BAMERINDUS

O caso da massa falida do banco paranaense Bamerindus pode e deve ser ressuscitado depois da prisão do banqueiro Esteves que com o coração grande pagou a lua de mel do Aécio Neves. No pacote, a vergonhosa compra da emenda de reeleição que elegeu FHC mais uma vez aparece.
Basta apenas que o heroi nacional o "imparcial" Sérgio Moro resolva agir. O probleminha é que segundo o jornalista Paulo Henrique Amorim, coisas sujas que envolvem o PSDB, normalmente não vem ao caso. Vamos aguardar ansiosos em prol da limpeza ética da corrupção no país.CLIQUE AQUI para ler

A IMPORTÂNCIA DO SERVIÇO PÚBLICO. SÉRIO. POR ANTONIO CARLOS ALEIXO

A importância do serviço público. Sério. Artigo escrito pelo reitor da Unespar professor Antonio Carlos Aleixo. CLIQUE AQUI para ler.

domingo, 29 de novembro de 2015

O QUE ACONTECE COM AÉCIO NEVES?

A pesquisa datafolha divulgada hoje,  mostra uma coisa estranha que acontece com o playboy Aécio Neves.
Enquanto Lula cai nas pesquisas e tem sua rejeição aumentada e normal até, pois só aparece nos jornais como bandido, pai de bandido, amigo de bandido etc, com Aécio é diferente.
Aécio apesar de ter uma ficha corrida significativa de rolos, maracutaias, corrupção nas furnas, benefício de suas rádios quando era governador, aeroporto particular que o titio cuida, construído com dinheiro público, viagens de avião para os amiguinhos da globo e outros mais, escândalos vários na vida privada, tudo isso sempre protegido pela imprensa, que não mostra os fatos e quando mostra, faz de maneira superficial, ainda assim o homem que por pouco quase virou presidente, só cai nas pesquisas.CLIQUE AQUI para ler.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

domingo, 22 de novembro de 2015

O BAILE DO HAWAI DA ARCAM E A "CRISE"

A motivação do texto se deu a partir de um comentário da Sueli Peron que admirada com aquela grande quantidade de pessoas no Baile me disse: ---- Mas e a crise? Dentre outras coisas, eu disse a ela que um comerciante ou prestador de serviços jamais deveria pronunciar a palavra crise em seus locais de trabalho. Explico no decorrer do texto.  

Ontem, mais uma vez eu pude desfrutar de uma das mais belas festas de Campo Mourão-Pr, que é o tradicional "Baile do Hawaai da ARCAM" o qual recebe pessoas inclusive de outros países. Na noite de ontem foi anunciado pelo locutor, em português e em inglês, visitantes de três grandes e desenvolvidos países confraternizando com os brasileiros. 

Infelizmente não pude encontrar o amigo e afilhado de casamento e grande divulgador da ARCAM o jornalista Ilivaldo Duarte​. Mas encontrei e cumprimentei duas pessoas que tenho a maior consideração, ambos antigos de COAMO, (já trabalhei lá por 8 anos) que são Antonio Cesar Marini (RH) e o Dr. Ricardo Accioly Calderari (Diretor Secretário - 3º na hierarquia), que foi paraninfo da minha turma de economia em 1994 e mesmo com a importância que tem e conhecendo pessoas importantíssimas no Brasil e fora dele, sempre que me encontra, abre aquele sorriso e me chama pelo nome. Dizem que tem um memória extraordinária, parece que sim.

Meus colegas de mesa, Leda, Sueli , Rosefran, Andreia, Junior, Ana Caroline,  Fran, Marcos, ajudaram a  proporcionar momentos agradáveis. A banda, a decoração, os fogos, as fotos, a canja de galinha  as 3 da manhã, os conhecidos que encontrei, tudo isso foi muito bom e o evento deve ser recomendado sempre.

Na condição de professor de economia, mesmo me divertindo, nunca me desligo da minha formação acadêmica e quando a amiga me perguntou: --- e a crise? Foi a deixa que eu precisava, pensei, amanhã vou escrever um texto sobre isso.

No sábado de manhã eu tinha ido ao comércio de Campo Mourão-Pr comprar uma camisa para o evento e a lojas estavam cheias de gente. Na sexta à tarde fui ao supermercado e enfrentei fila em alguns setores e no caixa como de costume. As lanchonetes e restaurantes sempre estão cheios. Se eu vou à Avenida Capitão Indio Bandeira no sábado à noite ou no domingo à noite a infinidade de gente, especialmente jovens bebendo e se divertindo é enorme. Os eventos que se promovem na minha cidade quase sempre estão sempre lotados. E os meios de comunicação, especialmente a manipuladora rede globo só apresentam crise econômica e desgraça. O jornalista mais ácido e irônico do país, Paulo Henrique Amorim diz: desligue a televisão e o Brasil cresce.

No baile do Hawai de ontem, tinha um mar de gente.  Sendo morador de Campo Mourão há 20 anos, conheço muitas pessoas. Posso testemunhar que naquele ambiente tinha muita gente "do dinheiro", mas tinha uma infinidade de pessoas com renda mediana, muito estudante, muitos estagiários e estavam todos lá. O valor do ingresso embora compatível com a grandeza do evento não era baixo. Cada pessoa lá comprou ao menos uma peça de roupa nova, muitos certamente estrearam um conjunto de vestimenta inteiramente novo. E o gasto nos salões de beleza que não foi pouca coisa? E o combustível dos automóveis para chegar até lá? (tinha gente da região inteira) e a compra de bebida lá dentro, sem parar? É impressionante o quanto se bebe, sem contar as pessoas contratadas para trabalharem no evento. Tudo isso é a roda da economia.

Não sou hipócrita e admito que   estamos vivendo um momento econômico difícil, inflação em alta, desemprego em alta e economia com capacidade instalada ociosa. Um política monetária suicida de alta de juros que absolutamente não tem eficácia, só alimenta os bancos e ainda encarece tudo na   economia real. Não tem eficácia, especialmente pelos tais preços administrados do governo federal, que tem origem nos contratos feitos nas privatizações irresponsáveis do passado (quem quiser entender didaticamente isso, é só assistir as recentes entrevistas do Ciro Gomes que não tem papas na língua e já foi Ministro da Fazenda).

No Brasil da economia real, porem,  as coisas estão longe de serem sombrias como os meios de comunicação apontam diariamente. Até o ex-presidente americano Bill Clinton afirmou isso em palestra no Brasil recentemente. Se a coisa é tão ruim porque todo dia há novos investimentos diretos de empresas estrangeiras por aqui em todas as áreas, na indústria, no comércio, na prestação de serviços, na agricultura? Não acredito que a COAMO maior cooperativa da América Latina esteja em crise, DUVIDO. Tem alguma coisa que não bate entre o que a grande imprensa diz todos os dias e o Brasil real.

Quem assiste o jornal da globo perde o sono e alguns tem vontade de se matar e quem assiste o Bom dia Brasil começa o dia desiludido. A grande imprensa além de irresponsável, quando esconde as coisas positivas,  está cavando o próprio buraco. A editora abril está falindo e as organizações globo, folha de São Paulo e o jornal Estado de São Paulo estão demitindo um monte e não é só porque estão perdendo a credibilidade por serem desmascarados pela internet a cada nova manipulação, mas porque estimulam o caos e perdem patrocinadores. Qual o empresário que é louco em patrocinar meios de comunicação que só apresentam as desgraças?

Quando afirmei à minha amiga Sueli Peron, que comerciantes e prestadores de serviços jamais devem pronunciar a palavra crise nos seus locais de trabalho, é porque isso é retroalimentar algo que às vezes nem é verdadeiro.

O ex-ministro da fazenda e professor aposentado da USP Delfim Netto outro dia utilizou uma frase perfeita: a economia vive de expectativa. O caráter psicológico no meio da sociedade influencia para o positivo e para o negativo. Acreditar que a dinâmica da economia está boa não é garantia de sucesso, mas pode ser um ingrediente importante. Imagine cada consumidor dizendo que a crise é grave e que  não vai consumir, o empresário ouvindo diz não vou investir. Não investindo não se gera emprego e inclusive desemprega.  Não gerando emprego e não havendo crescimento da economia o governo não arrecada e não arrecadando os serviços à população ficam ainda mais ruins. Imagine o próprio empresário falando isso, é o mesmo que tomar veneno e desejar saúde.

Certo dia assisti uma palestra em que o palestrante apresentou um slide com a palavra CRISE.No slide seguinte como num passe de mágica sumiu com a letra "ésse" e ficou a palavra CRIE. Há vários exemplos de empresas bem sucedidas hoje que nasceram nas crises. Em economia há uma frase simples que diz: enquanto um chora, outro vende lenço. 

Até o próximo baile do Hawai da Arcam.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

TIERRAS DE ESPERANZA - LAURA ANDREA KACHORROSKI

Na bienal do livro em Campo Mourão-Pr, comprei alguns livros e um deles, devidamente autografado,  foi "tierras de esperanza" da autora argentina Laura Andrea Kachorroski.

Foram 143 páginas em espanhol, que tive o prazer de ler. Aprendi muito e me identifiquei com o livro.

A obra trata de um sr. chamado Antonio Kaczorowski (Kachorroski - ao ler o livro entenderá), que saiu da Polonia (terra de meus antepassados) em 1883 e acabou morando no Brasil por um período e depois Argentina.

É uma história verídica fantástica. Como bom leitor no enredo e pude sentir as dificuldades enfrentadas pelos imigrantes. A dificuldade da língua, o trabalho duro, os costumes da época, os casamentos muitas vezes sem amor, a importância da descendência, a falta de atendimento de saúde, a saudade da pátria, a religiosidade, a amizade e acima de tudo a esperança sem fim. Recomendo a leitura.   

QUEM SÃO OS ESTUDANTES DA UNESPAR? POR ANTONIO CARLOS ALEIXO

Quem são os estudantes da Unespar? Texto escrito pelo reitor da Unespar professor Antonio Carlos Aleixo. CLIQUE AQUI para ler.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

DEBATE SOBRE AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA EM PARANAVAÍ

Especial para Unespar Campo Mourão​. Ontem junto comigo estavam em Paranavaí os professores do nosso campus Adalberto Dias de Souza, Gisele Ramos Onofre​ e Dalva Helena de Medeiros​ e outros professores daquele campus e Apucarana.  Fomos participar do debate sobre autonomia universitária, que embora esteja garantida na constituição federal, ela não é exercida na sua plenitude, especialmente pela interferência dos governos estaduais ao longo dos anos. Aqui no Paraná, o governo atual, está com muita vontade de nos colocar autonomia financeira nos moldes do que ocorre em São Paulo e que está sucateando aquelas universidades. Basta acompanhar o caso da USP por exemplo. Pior que muitos professores podem se encantar com a ideia em entrarmos num barco furado. A recepção dos participantes ficou com a Chefe de gabinete da Unespar professora Edineia Navarro​. O evento já havia sido realizado também em Curitiba reunindo os campi do Sul. O palestrante e debatedor foi o professor de serviço social da UEL  e primeiro secretário do Sindiprol/Aduel  Evaristo Colmán.