quinta-feira, 3 de março de 2011

ÚLTIMA AULA DO DENKÃO NA UEPR/FECILCAM

01 DE MARÇO DE 2011 - ÚLTIMA AULA DO DENKÃO - CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR
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No dia 01 de março de 2011 foi um dia histório para o Curso de Economia e para a Instituição. O nosso grande mestre Nelson Denker deu a sua última aula, pois recebeu o direito de sua aposentadoria. O Nelsão é um dos melhores professores da Instituição UEPR/Fecilcam e vai fazer muita falta.

No departamento de economia atualmente há quatro gerações de professores trocando experiências. O professor Nelson Denker deu aula para a aluna Janete Leige Lopes, que tornou-se professora e deu aula para o aluno Sérgio Luiz Maybuk, que tornou-se professor e deu aula para o aluno Mário Filizzola Costa, que tornou-se professor e deu aula para o Aluno Adriano Martins de Souza que atualmente também é professor no departamento de economia.

No dia 01 de março a Coordenadora do Curso, professora Rosângela Pontili organizou a surpresa registrada nas fotos. Todos os alunos do Curso, naquela noite, foram as 22h 30m para a sala do Denkão (como é carinhosamente chamado), recebeu belas palavras do professor e grande amigo Paulo Roberto Santana Borges, foi ovacionado pelos alunos e no final todos foram aguardando a passagem do mestre na descida dos corredores.

Professor Nelson Denker, meu grande mestre, siga em paz na sua nova fase e jamais esqueça de nós.

ANTECIPAÇÃO AO DIA DA MULHER

Estava pensando o que escrever para homenagear as mulheres no próximo dia 08 de março e resolvi meu problema hoje, quando testemunhei um momento de rara beleza, com uma colega de trabalho da UEPR/Fecilcam.

Carlos Aleixo, Amauri e Eu, fomos surpreendidos pela professora Edcleia Basso que chegou radiante de alegria e disse que queria ganhar um abraço de três pessoas que gostava muito, pois hoje estava de aniversário completando 58 anos de uma vida bem vivida.

Confesso que atualmente é raro ver pessoas, principalmente mulheres (que ainda são muito discriminadas), transbordarem-se em felicidade da forma que vi na professora Edcleia hoje.

A professora estava radiante e tem razão de estar. Com 58 anos, está linda de rosto, linda de corpo, esbanja alegria, é bem sucedida profissionalmente e parece que vai ganhar de presente um(a) neto(a) ainda hoje.

A Edcleia é um exemplo para todas as mulheres e os homens. Enquanto algumas pessoas da nossa sociedade perdem preciosos tempos de suas vidas arquitetando maldades para destruir outras pessoas e ficando feias externamente (quem pratica maldade aos poucos vai ficando meio morto-vivo e fisicamente débil) a Edcleia faz projetos um atrás do outro na sua profissão e na sua vida e é bem sucedida por isso e vai ficando sempre bonita.

Enquanto algumas pessoas da nossa sociedade estão morrendo em pé, não por doença, mas por falta de humor, excesso de bebida, excesso de cigarro, considerando tudo difícil, com dificuldade para sorrir, com falta de cuidado com o corpo, com falta de perspectivas, com dificuldade de fazer amigos, sentindo inveja ou raiva de tudo e todos, a Edcleia é o próprio entusiasmo. Se um dia alguém desejar uma definição da palavra entusiamo além daquela que vem do grego "sopro divino", pode chamar de Edcleia Basso que ficará ótimo.

Enquanto alguns professores vão para as salas de aulas e demais trabalhadores para suas ocupações como estivessem indo para um matadouro, a Edcleia Basso vai para sala de aula cumprir mais uma missão diária com muita alegria.

A Edcleia Basso nos disse hoje que chegou aos 58 anos de uma vida bem vivida e que não se arrepende nada. Isso é maravilhoso e oxalá que mais pessoas tenham o mesmo privilégio principalmente na UEPR/Fecilcam que precisa de gente radiante para levar em frente a empreitada do ensino superior, público, gratuito e de qualidade para mais e mais pessoas e contribuir no desenvolvimento da nossa região.

Parabéns Edcleia pelo seu aniversário e obrigado pelo belo exemplo de vida que nos dá.

PIB DO BRASIL CRESCE 7,5% EM 2010

A atividade econômica brasileira no ano de 2010 foi muito intensa e a boa dinâmica da economia era fácil de ser observada. Bastava observar a construção civil, os supermercados todos lotados, as vendas de automóveis, as lojas sempre cheias. O IBGE constatou aquilo que era percebido e o PIB foi de 7,5% em 2010 e o foi o melhor em 25 anos. CLIQUE AQUI para ler matéria.

quarta-feira, 2 de março de 2011

VISITA NA MUSICAL FM

FOTO: LARISSA MENEZES - MARCIO MAGOO E PROFESSOR MAYBUK - CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR

A assessora de imprensa jornalista Larissa Menezes fez o seguinte relato do encontro:

A Universidade Estadual do Paraná (UEPR/Campus Campo Mourão-Fecilcam) visitou nesta terça-feira, 1º, uma das rádios da cidade, a Rádio Musical. A visita faz parte de uma das ações da instituição, que é se aproximar mais da comunidade, divulgando as atividades da UEPR/Fecilcam.

A conversa foi feita entre a assessoria de imprensa da instituição, o assessor técnico Alex Dancini, o secretário geral, professor Sérgio Maybuk e o gerente e locutor da Rádio Musical, Marcio Magoo. Durante o encontro, o professor Maybuk explicou as transformações da instituição, pedindo a colaboração do veículo para divulgação das notícias da UEPR/Fecilcam. O gerente da Rádio garantiu que as informações estão sendo repassadas, considerando-as importantes.

“Acho interessante essas visitas à imprensa, às comunidades, porque esclarece muitos assuntos que desconhecemos”, avalia o locutor. O Secretário Geral da UEPR falou que o desenvolvimento da instituição traz crescimento para a cidade e Marcio concordou. “Nós, por exemplo, quando vamos organizar um show ou outro evento, a pergunta que fazem é ‘quantas universidades têm na cidade?’, essa é referência”, afirmou.

O professor Maybuk e o gerente da Musical também falaram sobre a possibilidade de uma rádio educativa da UEPR, já que Campo Mourão e região não possuem nenhuma rádio desse tipo ou comunitária. As visitas aos órgãos de imprensa vão continuar durante o ano. A UEPR/Fecilcam pretende visitar os veículos de comunicação da cidade e alguns da região, tornando a instituição mais conhecida e firmando parcerias.

terça-feira, 1 de março de 2011

CONVERSA COM SONIA SINGER

Hoje, sem nenhuma programação, tive a grata satisfação de almoçar com o Diretor da UEPR Campus de Campo Mourão professor Antonio Carlos Aleixo e a Secretária da Cultura de Campo Mourão Sonia Singer. Foi uma conversa agradável e muito proveitosa.

Conversamos sobre a importância da cultura, fizemos conjecturas sobre a sucessão municipal em Campo Mourão e conversamos sobre a polêmica da desocupação da Biblioteca da Estação da Luz.

Consideramos um absurdo o argumento de que a biblioteca deva ser transferida do local atual porque tem pouco acesso. Se a realidade existe e há controvérsia, a luta deveria ser, encontrar alternativas de se reverter a situação. Parece que a educação e a cultura estão longe de tornarem-se prioridade neste país.

1. EPA SOLIDÁRIO


EPA SOLIDÁRIO

Integração, Consciência e Solidariedade

O 1° EPA SOLIDÁRIO, organizado por Acadêmicos do Curso de Engenharia de Produção Agroindustrial (EPA) e Departamento de Engenharia de Produção (DEP) da Universidade Estadual do Paraná - UEPR - Campus de Campo Mourão (antiga FECILCAM), acabou e foi um SUCESSO.

Este Sucesso deve-se ao apoio, dedicação, organização, divulgação e doações de todos, Professores do DEP, Veteranos, Calouros, Egressos, Professores e Amigos de EPA, Comunidade de Campo Mourão/PR e Região, Imprensa e às Empresas que patrocinaram e doaram para o Evento.

Foram arrecadados, até o momento:

- 1976 unidades de roupas e calçados;

- 173,8 kg de alimentos;

- 41 doações de sangue;

- 55 brinquedos;

- 382 livros;

- 644 unidades de cápsulas e comprimidos.

As doações serão feitas as seguintes Instituições de Campo Mourão/PR:

- Comunidade Terapêutica Redenção (CTR): roupas e calçados masculinos e alimentos;

- Casa do Câncer de Campo Mourão/PR: roupas e calçados femininos;

- Lar Dona Jacira: roupas e calçados infantis e brinquedos;

- Biblioteca da UEPR – Campus de Campo Mourão e Biblioteca Municipal: livros.

Estão todos convidados a participar da entrega das doações, que ocorrerão do dia 14 ao dia 18 de março de 2011.

Patrocinaram o Evento, BitControl – Cursos Profissionalizantes, Livraria e Papelaria A Estudantil, Micropel Informática, Monalisa Imóveis, O Mexicano Restaurante, Open Up – Centro de Línguas, PW 2 – Comunicação Visual e SEBRAE-Campo Mourão.

Doaram para o Evento, Jorrovi Calçados, Loja Aqui Agora, Loja Tem de Tudo e Sebo Amo Livros.

As arrecadações vão até 11/05/2011, então, se Você não participou ainda, aproveite.

Para ver algumas reportagens sobre o evento, acesse:

1. http://www.tribunadointerior.com.br/educacao/noticias/3984/?noticia=calouros-comecam-a-chegar-na-uepr

2. http://www.tribunadointerior.com.br/saude/noticias/4005/?noticia=1o-epa-solidario-tera-doacao-de-sangue

Ah, Parabéns a Equipe Vencedora: EQUIPE AMARELA e que venha o II EPA SOLIDÁRIO.

Comissão de Relações Públicas do Departamento de Engenharia de Produção –
UEPR – Campus de Campo Mourão (antiga FECILCAM)

THAYS PERASSOLI BOIKO

Engenheira de Produção Agroindustrial

Professora Mestre

Tel: (44) 8803 0220

ANDRÉA MACHADO GROFF

Engenheira Agrônoma

Professora Doutora

Coordenadora Curso EPA

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

RUBENS BUENO E DOUGLAS FABRICIO SE COMPROMETEM COM A CONSTRUÇÃO DO CAMPUS DA UEPR-CM

No dia 26 de fevereiro de 2011, a UEPR Campus de Campo Mourão, depois de já ter se reunido com a deputada estadual Marla Tureck, encontrou-se com os deputados Rubens Bueno (federal) e Douglas Fabrício (estadual), com o objetivo de conquistar apoio para a construção do novo campus da Instituição. O encontro foi muito proveitoso, como pode ser atestado pela matéria produzida pela jornalista Larissa Menezes. CLIQUE AQUI para ler.

TRABALHORES INVISÍVEIS

Trabalho na disciplina economia política a exploração sofrida pelos trabalhadores no sistema capitalista e o processo constante de desumanização que ocorre, inclusive entre aqueles que recebem um salário um pouco melhor. Hoje de manhã, recebi da colega de trabalho Neusa Coppola um relato de um mestrando em psicologia da USP muito interessantes sobre uma categoria de trabalho que parece ser invisível pela sociedade:

Assunto: Mestrando da USP vira Gari


'Trabalhei como gari por 1 mês e vivi como um ser invisível'


Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado
sob esse critério, vira mera sombra social.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
um mês como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo.

Ali,constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são seres invisíveis, sem nome'.

Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.


O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano.

'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, algunsse aproximavam para ensinar o serviço.

Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro.

Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central.

Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu.

Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de um mês trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais.

Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa.

Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.

Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe.

Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.

*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!

sábado, 26 de fevereiro de 2011

PRESIDENTE DILMA (PT) RECEBE MUITOS ELOGIOS DO GOVERNADOR ALCKMIN (PSDB)

Cena de procedimento republicano entre governantes de partidos opostos. É assim que deve acontecer as coisas, para não prejudicar o povo. Veja abaixo matéria do Jornalista da Folha de São Paulo Josias de Souza que parece que não concordou com a atitude do Governador de São Paulo:

Roberto Stuckert/PR

Em política, dizia Ulysses Guimarães, você não pode estar tão próximo que amanhã não possa estar distante, nem tão distante que amanhã não possa se aproximar.

Nesta sexta (25) realizou-se uma reunião de personagens distantes aproximados pelas contingências.

Deu-se no escritório da Presidência da República em São Paulo. A petê Dilma Rousseff recebeu o tucano Geraldo Alckmin e o ‘demo’ Gilberto Kassab.

Sob atmosfera amistosa, discutiram detalhes da organização da Copa do Mundo de 2014.

Na saída, o governador Alckmin transbordou em elogios a Dilma: "Ela sabe todos os números, tem tudo na ponta da língua. É muito preparada".

Embora oposicionista, Alckmin é adepto da tese segundo a qual não cabe aos governadores do PSDB quebrar lanças. A eles incumbe governar.

Acha que o papel do Executivo estadual é o de se entender com a União, em beneficio de São Paulo.

O caso do prefeito Kassab é diferente. Para ele, oposição é coisa do passado. Cria política de José Serra, está de mudança para o lado do governo.

O Kassab da reunião parecia física e ideologicamente mais próximo de Dilma do que de Alckmin.

Sinal dos tempos. As fronteiras da ideologia, linhas já tão atenuadas pelo tempo, desapareceram.

Num dia qualquer, Kassab dormiu no direitista DEM e acordou na porta de entrada do socialista PSB.

De tanto ser brasileiro, o eleitor contemporâneo vai adquirindo certa prática. Adapta-se, mesmo a contragosto, à lógica do lugar.

Há método na demência nacional. O Brasil deixou de ser um país imprevisível. Hoje, é tristemente previsível.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

PARA REFLEXÃO

O jornalista Paulo Henrique Amorim comenta a ida do Deputado Tiririca na comissão de educação e cultura. CLIQUE AQUI para ler.

MARLA TURECK PROMETEU APOIO À UEPR CAMPUS DE CAMPO MOURÃO

A UEPR - Campus de Campo Mourão recebeu a visita da Deputada Estadual Marla Tureck para tratar da Construção do novo campus da Instituição. Veja matéria da jornalista Larissa Menezes. CLIQUE AQUI para ler.

NOVA GERÊNCIA DO BANCO DO BRASIL EM CAMPO MOURÃO

Hoje tive a grata satisfação de saber que o economista, ex-aluno da Fecilcam, formado em 1998, Edmilson Pedro de Moura, depois de passar por várias agências no Brasil, assumiu a gerência geral do Banco do Brasil de Campo Mourão. É um orgulho para o departamento de economia da nossa Instituição.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

AUDIÊNCIA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA - MATÉRIA LOCAL E FOTOS

Foto: Nani Gois / Assembleia Legislativa do Paraná - CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR
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Foto: Nani Gois / Assembleia Legislativa do Paraná - CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR
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A jornalista Larissa Menezes da UEPR Campus Campo Mourão, fez matéria sobre a audiência no gabinete do Presidente da Assembleia Legislativa do Paraná - assunto, a criação da nova universidade pública. CLIQUE AQUI para ler.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

PROFESSORES DA UEPR SÃO RECEBIDOS PELO PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO PARANÁ

No dia 23 de fevereiro de 2011 gestores da UEPR foram recebidos no Gabinete do Presidente da Assembléia Legislativa do Paraná Valdir Rossoni. O motivo da audiência a aprovação de alguns pontos que ainda são necessários para a consolidação da nova universidade. Pelo Campus de Campo Mourão participaram o Diretor professor Antonio Carlos Aleixo e o Secretário Geral professor Sérgio Luiz Maybuk. CLIQUE AQUI para ler matéria.

PARCERIA COM O TRIBUNAL DE CONTAS

Ontem, no dia 22 de fevereiro de 2011, na condição de Secretário Geral da UEPR Campus de Campo Mourão, participei no pequeno auditório do Palácio das Araucárias em Curitiba, de uma reunião envolvendo todos os reitores das universidades públicas do Estado e o Presidente do Tribunal de Contas do Estado, Fernando Guimarães.

O objetivo da reunião foi formar um grupo gestor das Universidades para auxiliar o Tribunal de Contas nos trabalhos de orientação aos órgãos públicos.