quarta-feira, 15 de setembro de 2010

BELÍSSIMO ARTIGO DO PRESIDENTE DO VOX POPULI

Hoje li um artigo muito interessante do Presidente do Vox Populi, sobre esse "aue" que a grande imprensa está fazendo a favor do candidato derrotado José Serra, divulgando à exaustão notícias mal contadas e estranhas, sem provas contra a candidata vitoriosa Dilma Rousseff. Publico na íntegra o artigo:

Fatos e Versões

De Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

Nas eleições, como em tudo na vida, uma coisa são os fatos, outra as versões. E, nem sempre, aqueles são mais importantes.

Na luta política, uma versão bem defendida vale mais que muitos fatos. Uma vitória, por exemplo, pode ficar parecida a uma derrota, de tão diminuída e apequenada. Depende do que sobre ela se diz. Por maior e mais extraordinária que seja, os derrotados podem se vingar, ganhando a batalha das versões. Os vitoriosos, ao invés de comemorar e receber elogios, ficam na posição de se explicar, se defender. Os perdedores lhes roubam a cena. Neste final de campanha eleitoral, à medida que nos aproximamos da data da eleição, a perspectiva de uma vitória de Dilma por larga margem só tem aumentado. Ao que tudo indica, ela vai conseguir o que Lula não conseguiu em nenhuma das eleições que disputou: ganhar no primeiro turno. A crer nos números das pesquisas, ela está prestes a alcançar, já no dia 3 de outubro, a votação que ele obteve apenas no segundo turno de 2006, quando chegou a 60% dos votos válidos. Não é nada, não é nada, Dilma tem tudo para se tornar, daqui a três semanas, a pessoa mais votada de nossa história.

Enquanto a eleição real avança, a guerra de narrativas sobre seu provável resultado está em curso. De um lado, a que é formulada pelas forças políticas e as correntes de opinião que não conseguiram apoio na sociedade para levar seu candidato à vitória. Do outro, a dos vencedores.

Paradoxalmente, são os prováveis derrotados na batalha eleitoral real que estão em vantagem na briga das versões. Vão perder, ao que parece, na contagem dos votos, mas têm, pelo menos por enquanto, o consolo de fazer que sua interpretação prevaleça. É o oposto daquilo que o professor Edgar de Decca, da Unicamp, caracterizou há alguns anos. Escrevendo sobre a Revolução de 1930, ele mostrou que ela entrou para nossa história através da narrativa daqueles que a venceram. Tudo aquilo pelo qual se bateram os derrotados foi ignorado ou desconsiderado. Sobre aquele movimento, nossa historiografia só nos conta a versão dos vencedores. Ninguém mais se lembra do que queria o outro lado. Impôs-se a ele “o silêncio dos vencidos”.

Em 2002, Lula e o PT venceram tanto a eleição, quanto a batalha das versões. Quando o resultado objetivo foi proclamado, estava pronto um discurso: era “a vitória da esperança sobre o medo” e o Brasil podia sentir orgulho de sua própria coragem ao colocar na Presidência um metalúrgico. Ninguém deslegitimou o que as urnas disseram. Se Lula começasse seu segundo mandato depois de uma apertada vitória sobre Alckmin no primeiro turno da eleição de 2006, seria complicado livrar-se da interpretação de que, depois do mensalão, havia diminuído de tamanho. Mas, no segundo turno, cresceu tanto que até seus detratores tiveram que reconhecer que nada indicava que fosse essa a realidade.

Agora, na véspera do que todos calculam ser a eleição de Dilma, está sendo elaborada uma versão que a reduz. Nela, a vitória é apresentada como um misto de manipulação (“usaram o Bolsa Família para comprar o voto dos miseráveis”), ilegalidade (“Lula passou por cima de nossa legislação eleitoral”) e jogo sujo (“montaram um fábrica de dossiês para derrotar José Serra”). Nesse tipo de combate, não faz a menor diferença se algo é verdade ou não. Como é apenas uma guerra de versões, o que conta é falar alto. Quem tem meios de comunicação (jornais, revistas, emissoras de televisão) à disposição para propagandear seus argumentos, sempre leva vantagem. Pode até ganhar. Que importa se apenas 20% do voto de Dilma vem de eleitores em cujo domicílio alguém recebe o benefício (ou seja, que ela tem votos suficientes para ganhar no primeiro turno ainda que esses fossem proibidos de votar)? Que importa se nossas leis são tão inadequadas que até uma passeata de humoristas a modifica? Que importa se nada do resultado da eleição pode ser debitado a qualquer dossiê, existente ou imaginado? Mas fatos são sempre fatos. E as versões, por mais insistentes que sejam, não os modificam. Ganha-se no grito, mas perde-se no voto. Lá na frente, os fatos terminarão por se impor.

Publicado no Jornal Correio Braziliense e extraído do Blog da Dilma

FECILCAM PROMOVE ENCONTRO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS

Começa hoje (15/09/10) o VI Encontro Paranaense de Pesquisa e Extensão em Ciências Sociais Aplicadas -ENPPEX que receberá participantes da comunidade acadêmica regional e estadual.

A realização do evento acontece cada vez em uma Instituição de Ensino Superior diferente do Paraná que possua cursos afins. Este ano acontece na Fecilcam e será coordenado pelo meu colega de Departamento de Economia Professor Jesus Crepaldi.

É um orgulho para nós da Fecilcam e especialmente o departamente de economia.

A jornalista Larissa Menezes fez matéria a respeito. CLIQUE AQUI para ler.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

EM DISCURSO PREFEITO BAIANO DIZ O QUE MUITA GENTE GOSTARIA DE DIZER

Veja este vídeo do discurso de um prefeito baiano sobre a grande imprensa brasileira. CLIQUE AQUI para assistir.

75 CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DEVERÃO SER FECHADOS PELA CAPES

Hoje saiu o resultado da avaliação dos cursos de Pós-Graduação do Brasil, feito pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). O curso que eu fiz na UFPR - Desenvolvimento Econômico ficou com a nota 4 considerado bom resultado. CLIQUE AQUI para ler matéria.

PELO SENSUS DILMA SUBIU E SERRA CAIU

Saiu a nova pesquisa pesquisa CNT/SENSUS e nela a Candidata Dilma abre 24 pontos. CLIQUE AQUI para ler.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

QUANTO MAIS AGRIDE MENOS VOTO O SERRA TEM

O candidato Serra nos últimos dias para que perdeu o rumo totalmente. Acusa tudo e a todos sem provas, promete que vai elevar o salário mínimo a R$ 600,00 e que vai diminuir impostos e aumentar investimentos e se diz a pessoa mais preparada em tudo. E quando vem as pesquisas é tudo em vão. Hoje saiu mais uma pesquisa diária do Voxpopuli/Band/Ig e a diferença pró-Dilma já é de 32 pontos. CLIQUE AQUI para ler.

ANÁLISE DA ECONOMIA BRASILEIRA

Encontrei no Blog do Escrevinhador, uma interessante análise da economia brasileira desde o período militar até o Governo Lula. CLIQUE AQUI para ler.

CONCENTRAÇÃO DA RENDA E DA RIQUEZA CAUSARAM A CRISE NOS PAÍSES RICOS

Eu sou um apaixonado pelo tema "concentração de renda" e consequentemente o tema "redistribuição de renda". Hoje li um artigo muito interessante escrito por Vicenç Navarro da Universidade Pompeu Fabri e da John's Hopkins University, em que ele argumenta que a concentração de renda e riqueza nos países ricos é que causaram a grande crise em 2008 e ainda está afeteando os mesmos. CLIQUE AQUI para ler.

MEU PROFESSOR DO MESTRADO ESTUDOU COM A FUTURA PRESIDENTE DILMA

Li com satisfação o depoimento do meu professor de macroeconomia no mestrado Marcelo Curado da UFPR sobre o tempo que estudou mestrado junto da futura Presidente do Brasil Dilma Rousseff. CLIQUE AQUI para ler.

OPINIÃO DE PAULO HENRIQUE AMORIM SOBRE O DEBATE NA REDETV

Veja a opinião de Paulo Henrique Amorim sobre o debate dos presidenciáveis na REDETV.CLIQUE AQUI para ler.

sábado, 11 de setembro de 2010

ANÁLISE SOBRE O DESEMPENHO DE SERRA

Estou publicando a análise do Josias de Souza, que é jornalista da Folha de São Paulo e fiel defensor do PSDB, porque se ele que torce para a volta da elite no poder escreveu isso, imagine quem torce para que o povo brasileiro continue a ter uma vida melhor. Veja a análise:

Maior ‘adversário’ de Serra já não é Dilma, é o eleitor

ABr

Depois da muda, ocorrida há coisa de duas semanas, José Serra voa sobre a campanha com aparência renovada.

De tucano, Serra converteu-se em carcará –aquele pássaro malvado que pega, mata e come.

Em sua nova fornada de números, divulgada na noite desta sexta (10), o Datafolha informa: não funcionou.

Serra vive o seu momento pânico. Já experimentou de tudo. Na fase tucana, o bico grande, bonito e doce revelou-se inútil.

Com o bico de carcará –pequeno, pontudo e perverso— serviu veneno a uma platéia que pede a continuidade do pudim.

O vaivém de Serra pode ser visto de dois ângulos. Num, positivo, o observador é tentado a concluir que o candidato não tinha alternativas.

Enquanto deu, posou de oposicionista light. Quando os amigos e a família foram ao caldeirão da Receita Federal, elevou o tom.

Noutro ângulo, negativo, enxerga-se um candidato errático e oportunista. Errático por tentar se apropriar do legado que o dono do testamento diz ser de outra.

Oportunista por ter alardeado só agora uma violação de sigilo que admite conhecer desde janeiro, quando diz ter “alertado” Lula.

Seja como for, independentemente da lupa que se utilize, o resultado é a visão de um Serra batido.

Considerando-se os grandes números do Datafolha, o quadro é estacionário. Na última semana, Dilma reteve seus 50% e Serra escorregou de 28% para 27%.

Mergulando-se no miolo do relatório do instituto, descobre-se a existência de movimento.

O problema é que, nos pontos em que se mexeram, os números sorriram ora para Dilma ora para Marina, jamais para Serra.

Sorriram para Dilma, por exemplo, em Pernambuco e na Bahia. Entre os pernambucanos, ela foi de 64% para 67%. Serra, de 21% para 18%.

Entre os baianos ela subiu de 60% para 64%. Ele desceu de 22% para 18%.

Dilma caiu cinco pontos percentuais na faixa de eleitores com escolaridade superior. Para onde foram os votos? Quatro pontos percentuais engordaram o cesto de Marina.

Dilma despencou sete pontos entre os eleitores de maior renda familiar. Nesse universo, Marina beliscou seis pontos percentuais.

Disseminou-se a percepção de que, em matéria de sucessão presidencial, Serra é mesmo um político azarado.

Em 2002, época em que sopravam os ventos da mudança, cavalgava a continuidade. Em 2010, tempo de continuidade, encarna a mudança.

Numa leitura condescendente do processo, pode-se dizer que, hoje, o adversário de Serra é Lula, não Dilma. Tomado pelo Datafolha, Lula é um eleitor notável.

Quase metade do eleitorado (45%) declara que, “com certeza”, vota em quem o presidente indicar. Outros 18% afirmam que “talvez” votem no indicado de Lula.

Somando-se os dois percentuais chega-se ao potencial de transferência de votos de Lula para Dilma: 63%.

Sobram para Serra os 29% que rejeitam o nome apontado pelo “dedaço” de Lula. Um contingente que ele tem que dividir com Marina.

Numa análise menos edulcorada da campanha, chega-se à conclusão de que o problema de Serra não é Lula nem Dilma, mas o eleitor.

O dono do voto informa, uma pesquisa atrás da outra, que não deseja Serra. É como se dissesse ao pesquisador: "Não me importune mais com suas perguntas. Já decidi".

A 23 dias do fatídico 3 de outubro, vive-se sob a égide da precipitação. Lula antecipara a campanha em mais de dois anos.

E o eleitor, contente com a atmosfera benfazeja em que se misturam as bolsas e o crescimento econômico, parece ávido por antecipar o resultado.

Há uma semana, 69% achavam que Dilma vence. Hoje, compartilham dessa idéia 72%.

Na conta do Datafolha, somados apenas os votos válidos, Dilma fica com 56%. Ou seja, o triunfo pode chegar no primeiro turno.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

LANÇAMENTO DE MAIS UM LIVRO DO JAIR ELIAS

O ESCRITOR JAIR ELIAS DOS SANTOS JÚNIOR AUTOGRAFRANDO O SEU NOVO LIVRO - CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR
PROFESSOR MAYBUK E O ESCRITOR JAIR ELIAS - CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR
O ESCRITOR JAIR ELIAS, A ESCRITORA EDINA SIMIONATTO E O PALESTRANTE JOSÉ LA PASTINA FILHO - CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR
O PALESTRANTRE JOSÉ LA PASTINA FILHO - CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR
DA ESQUERDA PARA DIREITA: O PRESIDENTE DA ACADEMIA MOURÃOENSE DE LETRAS GILMAR MENDES DE GÓIS; OS ACADÊMICOS ASSABIDO RHODEN E O ACADÊMICO JAIR ELIAS DOS SANTOS JÚNIOR - CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR

Ontem (09/09/2010) na condição de Secretário Geral da Fecilcam e representando no Diretor professor Antonio Carlos Aleixo, participei do lançamento do novo livro do escritor Jair Elias dos Santos Júnior intitulado "Patrimonio Cultural: um retrato de Campo Mourão".

Abaixo publico relato feito pelo próprio autor sobre o evento:

O livro foi realizado através da Lei Municipal de Incentivo a Cultura, modalidade Fundo Especial de Promoção das Atividades Culturais (Fepac) da Prefeitura de Campo Mourão. Antecedendo o lançamento foi realizada a palestra “A importância do Patrimônio Cultural”, com José La Pastina Filho – Superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Paraná. Diversas pessoas estiveram no evento, entre elas, membros da Academia Mourãoense de Letras, professores, estudantes e profissionais liberais.


Com 82 páginas, o livro registra o histórico iconográfico dos bens tombados como patrimônios culturais de Campo Mourão, compostos pelos prédios do Paço Municipal “10 de Outubro”, Estação Aeroviária “Teodoro Metchko”, Museu Municipal “Deolindo Mendes Pereira”. Também fazem parte da relação, o Chafariz e o Coreto da Praça Getúlio Vargas, a Cruz Histórica e Capela do Jardim Santa Cruz e o Livro de Transmissão de Cargo de Prefeito. Além dos bens tombados, o trabalho registra o histórico do Carneiro no Buraco, da Catedral São José, do Bosque de Copaíbas, do Centro Cultural e do Centro Histórico, dos monumentos de Campo Mourão e do primeiro Livro de Atas da Câmara Municipal, tombado como patrimônio histórico do Paraná.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

QUE MARAVILHA: DIMINUIU A DIFERENÇA ENTRE RICOS E POBRES NO BRASIL

Eu sou um economista que sempre defendeu uma melhor distribuição de renda no Brasil. Tenho prazer de divulgar no meu blog: Diminuiu a diferença entre ricos e pobres no Brasil. CLIQUE AQUI para ler a matéria.

CAIXA ECONÔMICA BATE RECORDE NO FINANCIAMENTO DE CASA PRÓPRIA

A Caixa Econômica Federal que quase foi privatizada no governo FHC bateu recorde neste ano no montante de financiamento da casa própria. CLIQUE AQUI para ler.

NOTÍCIAS SOBRE LYGIA PUPATTO - 09/09/10

Convido meus internautas a conhecerem Lygia Lumina Pupatto.

A professora Lygia foi Vereadora e Secretária Municipal da Mulher no município de Londrina; Deputada Estadual; Reitora da UEL e por último destacou-se entre os Secretários de Estado do Governo Roberto Requião. Fez um trabalho extraordinário na condição de Secretária de Estado, da Ciência e Tecnologia e Ensino Superior.

O Ensino Superior Público do Paraná e especialmente na Fecilcam, mudaram da "água para o vinho" na Gestão ousada da professora Lygia Pupatto e destaco aqui mudanças e ações fundamentais:

- Retorno dos concursos públicos para professores e agentes universitários depois de 8 anos sem autorização;

- Correções salariais e resgate da dignidade de professores e agentes universitários, depois de oito anos;

- Diálogo permanente com os Reitores das Universidades e Diretores das Faculdades (Secretários de governos anteriores não dialogavam com estes representantes, apenas determinavam o que fazer);

- Apoio financeiro significativo para qualificação de professores por meio de bolsas de estudo para mestrado e doutorado tradicionais, e Mestrados Interinstitucionais e Projetos de Pesquisa R$ 3,1 milhões;

- Recursos para estruturação da Fecilcam e início da construção do Campus da Fecilcam no valor de R$ 1,5 milhão;

- Na política de extensão universitária, a professora Lygia Pupatto criou o maior programa de extensão universitária do país, que foi apresentado inclusive na França, chamado "Universidade Sem Fronteiras".

O Programa Universidade Sem Fronteiras destinou por meio Sistema Universitário Público, entre 2007 a 2010 R$ 50,6 milhões, envolvendo 5.400 bolsistas e atendendo 281 municípios paranaenses. No programa foram atendidos especialmente municípios e/ou bairros que possuem populações de baixa renda, nas categorias de: apoios às licenciaturas, apoio à agricultura familiar, Incubadora dos Direitos Sociais, Apoio à pecuária leiteira, Diários culturais, Diálogos culturais e apoio tecnológico.

Somente para a Fecilcam foram 19 projetos, 170 bolsistas totalizando R$ 2,2 milhões de investimentos e atendeu os seguintes municípios da nossa região por ordem de quantidade de projetos:

Iretama com 6 projetos; Barbosa Ferraz e Campo Mourão com 5 projetos; Corumbataí do Sul com 4 projetos; Peabiru e Roncador com 3 projetos; Altamira do Paraná e Nova Cantu com 2 projetos; Fenix, Godoy Moreira, Mato Rico, Nova Tebas, Quinta do Sol com 1 projeto cada.
OBSERVAÇÃO: Vários projetos abrangem mais de um município.

A professora Lygia Lumina Pupatto é candidata a deputada estadual e sem dúvida será uma excelente escolha para quem desejar eleger uma mulher guerreira para a Assembléia Legislativa do Paraná. CLIQUE AQUI para conhecê-la melhor.