segunda-feira, 12 de agosto de 2013

COLCHÃO FINANCEIRO PARA EMERGÊNCIAS

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3 comentários:

  1. Os planejamentos negativos refletem a típica situação de quando as pessoas simplesmente não sabem para que guardar dinheiro e realmente compram por impulso e não por necessidade, até alegando economizar por precaução, mas acabando gastando suas economias em grandes compras, viagens ou tratamentos. De fato o que acontece é que a reação da população aos problemas econômicos é tardia e quando percebem já estão no vermelho. A poupança é uma boa reserva de emergência e no caso de sobra pode-se investir com mais tranqüilidade, mas se for desemprego o ideal é ter uma reserva que dê para sobreviver até o tempo médio que uma pessoa leva para se recolocar no mercado de trabalho.

    André Luiz Bernine
    2° Ano de Economia
    Economia Politica

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  2. Muitos especialistas recomendam que realmente o primeiro passo para quem quer organizar a vida financeira seja a formação de uma reserva de emergência, para que se for preciso ter um dinheiro guardado para as eventualidades. Porém acredito que temos que ter esta reserva, mas sem deixar o lazer de lado, e sem deixar de conquistar o que queremos por causa da reserva, pois não sabemos até quando estaremos aqui.

    Rosane Terlecki Galicki - 2º ano economia

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  3. Não concordo com o ponto de vista defendido pela matéria, pois com que intuito aplicaria minhas reservas financeiras em uma poupança se tenho a opção de fazê-las trabalhar por mim e multiplicar-se em um período de tempo? O importante para se adquirir uma independência financeira é investir em ativos, geradores de renda, e jamais em passivos. Investir em um imóvel é muito mais rentável do que aplicar dinheiro em poupança, é necessário assumir riscos, porém quando estes riscos são calculados previamente eles tendem a ser menores. Hoje em dia é muito fácil de se conseguir crédito, ainda mais se possuímos alguma garantia, portanto no caso de uma emergência é possível usar um dos ativos como garantia para se conseguir um empréstimo ou algo do gênero, no caso de não ter o dinheiro para a emergência em mãos.

    Marcio T. Kaneda Moraes - Aluno 2º ano Economia - Economia Política

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