quarta-feira, 16 de março de 2011

PARA VARIAR

Hoje depois de um dia muito proveitoso de trabalho, novamente fui viajar pela internet e repassei as diversas páginas de rotina e me deparei em quase todas elas com a tragédia do japão.

Tentei fugir e fui para o site charges.uol.com.br que sempre tem sátiras, hoje está apresentando um momento de reflexão com a charge "especial - Japão" clique aqui e aí, me deu uma tristeza danada e vontade de chorar.

Quando sinto vontade de chorar, entro em "deprê" (só por alguns minutos, porque a vida é bela) e escuto pelo menos uma música do Renato Russo que adoro.

Quando eu era criança eu ouvia uma música que adorava, do Tremendão Erasmo Carlos que quando não cantava rock, cantava musiquinhas bem doces para aliviar o coração, ela se chamava "a carta".

Um dia li em algum lugar que o Renato Russo, no auge do sucesso, ligou para velho Erasmo Carlos e disse que queria gravar uma música com ele. Erasmo ficou surpreso com a proposta e perguntou que música seria essa e o Renato respondeu - A carta. Eu já conhecia a música cantada pelo Erasmo, mas com o arranjo que o Renato Russo deu, ficou fantástico e pode ser apreciada com um clique aqui .

Duas observações:

A primeira é que enquanto você vai ouvir a música "a carta" com o Renato Russo e o Erasmo Carlos, do lado direito terá um vídeo que apresentará a metade do texto escrito por um tal de William Shakespeare.

A segunda é que quando terminei de escrever a matéria a "deprê" já tinha passado e já estava pronto para enfrentar a batalha do outro dia.

4 comentários:

  1. Olá, Maybuk
    O seu texto revela como nossa vida se constrói relações interpessoais que passam por momentos muito interiorizados. Sem dúvida, sentimo-nos muito próximos do povo japonês, inda que longe geograficamente. Cada situação vivida no coletivo é como se fosse experenciada no nosso próprio corpo.
    Por outro lado, veja só como o presente é fruto do passado. O que certamente os poderosos - economica ou mentalmente - ainda não viram é que o futuro deveria ser construído considerando as marcas desse passado. A modernidade sem discernimento pode custar um preço muito alto...talvez um pedacinho de papel voando...com algumas mal traçadas linhas chamando atenção para o fato de que devemos aprender sempre...

    ResponderExcluir
  2. Anderson Marcondes17 de março de 2011 05:41

    Amigo Maybuk,

    Gosto de ler o que você escreve, pois consegues transformar sentimentos em palavras.

    Parabéns.

    Abraços,
    Anderson Marcondes

    ResponderExcluir
  3. Maybuk,

    Não consigo mesmo esquecer que sou professora ..e como também gosto muito do Renato Russo...e seguindo o tema - carta - que vc utilizou nas suas reflexões - encontrei a musica em italiano - scrivimi do RR. É linda...linda...que saudade e que falta ele faz para cada um de seus fãs! Fica aqui a sugestão para quem quiser curtir um pouco mais.
    Abraços
    Desculpe usar o blog para falar um pouquinho de como crescemos interna e externamente com o conhecimento de novos idiomas...e neste caso melhor ainda quando isso vem na voz do nosso Renato..."só para não falar que nao falei de flores..."
    http://www.youtube.com/watch?v=dBe4r8KqahM

    ResponderExcluir
  4. Maybuk, se vc também puder publicar segue abaixo um texto de como ajudar as vítimas, qualquer doação basta, e é sempre bom divulgar.
    http://beta.br.noticias.yahoo.com/saiba-como-fazer-doa%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0s-v%C3%ADtimas-do-terremoto-no-jap%C3%A3o.html

    Obrigada

    ResponderExcluir

LEIA COM ATENÇÃO!

Este espaço é para você fazer o seu comentário sobre a postagem ou mesmo sobre o blog como um todo. Serão publicados todos os comentários a favor ou contra, desde que não contenham textos ofensivos.
Os comentários serão publicados até 24 horas após o envio.

Se você NÃO quiser se identificar, marque o seu perfil como ANÔNIMO e envie. Se você QUISER se identificar, marque o seu perfil como NOME/URL, escreva o seu nome no campo NOME e deixe o URL em branco e envie.