terça-feira, 13 de outubro de 2009

MULHERES BATEM RECORD NO PRÊMIO NOBEL EM 2009

Já são cinco mulheres premiadas este ano com o prêmio nobel. CLIQUE AQUI para ler matéria.

Para nós economistas é uma satisfação sabermos que pela primeira vez uma mulher vence o prêmio nobel de economia. CLIQUE AQUI para ler matéria.

Espero que eu também possa publicar neste blog a vitória da primeira mulher na Presidência da República do Brasil. Competência elas têm de sobra, falta vencer o preconceito.

6 comentários:

  1. professor...
    faça um cometário
    por favor dessa pouca
    vergonha:
    http://www.portalradiorural.com.br/noticias//not.php?id=9944

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  2. Samara Resende de Queiroz 4º Economia13 de outubro de 2009 12:38

    “Nunca Subestime a inteligência de uma mulher”

    As mulheres sem dúvida estão superando os homens, avançam cada vez mais em todas as áreas da sociedade. Para nós mulheres economistas é uma realização, dentre os ganhadores do prêmio Nobel está uma americana Elinor Ostrom, será a primeira mulher a receber um Nobel de Economia. Isso mostra que as mulheres atualmente querem estudar, fazer política e com certeza chegar ao poder.
    Algumas pessoas ainda vêem a mulher como a dona de casa que cuida dos seus filhos e sempre está ali pra apoiar seu marido em qualquer situação.
    Estão engandos , não se pode generalizar, mulheres com garras e sobre tudo inteligentes, querem e conseguem atingir seus objetivos.
    E com certeza uma dessas mulheres batalhadoras vão conquistar seu lugar na presidência do Brasil. Bom eu acredito....

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  3. Veja quem venceu o Prêmio Nobel de Economia nos últimos 30 anos
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    da Folha Online

    Os economistas americanos Elinor Ostrom e Oliver Williamson ganharam nesta segunda-feira o Prêmio Nobel de Economia. Ostrom é também a primeira mulher a receber o prêmio de Economia desde sua instituição, em 1968.

    O prêmio, de 10 milhões de coroas suecas (US$ 1,4 milhão), foi concedido a Ostrom por seu trabalho na demonstração de como propriedades em comum podem ser utilizadas por associações de usuários. Já Williamson foi laureado por sua teoria sobre resolução de conflitos entre corporações.

    "Nas últimas três décadas, esses trabalhos seminais contribuíram para fazer avançar a pesquisa em governança econômica das margens para a dianteira da atenção científica", declarou o comitê, em um comunicado.

    Leia a seguir os vencedores do prêmio desde 1979 e onde atuam.


    2009 - Elinor Ostrom e Oliver Williamson (EUA)

    2008 - Paul Krugman (EUA)

    2007 - Leonid Hurwicz, Eric S. Maskin e Roger B. Myerson (EUA)

    2006 - Edmund S. Phelps (EUA)

    2005 - Robert J. Aumann (Israel e EUA) e Thomas C. Schelling (EUA)

    2004 - Finn E. Kydland (Noruega) e Edward C. Prescott (EUA)

    2003 - Robert F. Engle 3º (EUA) e Clive W.J. Granger (Reino Unido)

    2002 - Daniel Kahneman (EUA e Israel) e Vernon L. Smith (EUA)

    2001 - George A. Akerlof, A. Michael Spence e Joseph E. Stiglitz (EUA)

    2000 - James J. Heckman e Daniel L. McFadden (EUA)

    1999 - Robert A. Mundell (Canadá)

    1998 - Amartya Sen (Índia)

    1997 - Robert C. Merton e Myron S. Scholes (EUA)

    1996 - James A. Mirrlees (Reino Unido) e William Vickrey (EUA)

    1995 - Robert E. Lucas Jr. (EUA)

    1994 - John C. Harsanyi (EUA), John F. Nash Jr. (EUA) e Reinhard Selten (Alemanha)

    1993 - Robert W. Fogel e Douglass C. North (EUA)

    1992 - Gary S. Becker (EUA)

    1991 - Ronald H. Coase (Reino Unido)

    1990 - Harry M. Markowitz, Merton H. Miller e William F. Sharpe (EUA)

    1989 - Trygve Haavelmo (Noruega)

    1988 - Maurice Allais (França)

    1987 - Robert M. Solow (EUA)

    1986 - James M. Buchanan Jr. (EUA)

    1985 - Franco Modigliani (EUA)

    1984 - Richard Stone (Reino Unido)

    1983 - Gerard Debreu (EUA)

    1982 - George J. Stigler (EUA)

    1981 - James Tobin (EUA)

    1980 - Lawrence R. Klein (EUA)

    1979 - Theodore W. Schultz (EUA) e Sir Arthur Lewis (Reino Unido)

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  4. Romilda Ap. Colli dos Santos 4º ano Economia15 de outubro de 2009 09:16

    Mulheres ainda ganham menos, apesar de estudarem mais

    A participação das mulheres no mercado de trabalho do país cresceu 42%, entre 1998 e 2008, segundo a Síntese de Indicadores Sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo cada vez mais inseridas no mercado de trabalho, as mulheres ainda precisam se desdobrar e realizar uma carga desproporcional de afazeres domésticos em comparação com os homens. Do total de mulheres ocupadas, 87,9% cuidam deste tipo de tarefa. Já entre os homens, apenas 46,1% realizam alguma espécie de atividade doméstica. Ao longo da semana, as mulheres dedicam, em média, 20,9 horas para cuidar da casa. Os homens gastam menos da metade disso: 9,2 horas semanais.

    “Além das pressões exercidas pelo trabalho e da constante necessidade de qualificação profissional, a maioria das mulheres ocupadas ainda tem que se comprometer com a realização das atividades domésticas, principalmente, quando não contam com a ajuda dos homens”, assinala o relatório divulgado pelo IBGE.

    Outro dado que chama a atenção é o de que as mulheres têm, em média, um ano a mais de estudos que os homens. A escolaridade média das pessoas do sexo feminino em áreas urbanas é de 9,2 anos. Já a dos homens não passa de 8,2 anos de estudos. Mesmo com maior escolaridade feminina, em todas as posições de ocupação os homens ainda ganham mais. Como empregadoras, por exemplo, a mulheres recebem, em média, R$ 2.497 mensais, 22% a menos do que os empregadores homens.

    A proporção de mulheres dirigentes também é menor. Do total de pessoas do sexo feminino inseridas no mercado de trabalho, 4,4% são dirigentes. Entre os homens, a proporção sobe para 5,9%.

    Segundo o IBGE, hoje cerca de metade das mulheres brasileiras trabalham. Em 2008, 47,2% das mulheres do país estavam empregadas. Se comparado a 1998, verifica-se um significativo aumento na proporção de mulheres que passaram a trabalhar. Naquela época, 42% estavam inseridas no mercado.

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  5. Sem duvida a mulher vem conquistando cada vez mais seu espaço na sociedade, deixando de ser apenas a dona de casa que servia apenas para cuidar do marido e dos filhos. Para nós mulheres Economistas esse Prêmio Nobel foi uma grande conquista já que foi a primeira vez que uma mulher foi a ganhadora. Espero que as esse seja apenas o primeiro de muitos..

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  6. Layra Prates estudante do 4º Economia15 de outubro de 2009 21:19

    " Viva a evolução feminina"

    È uma grande satisfação ser academica do curso de Ciências Economicas, e saber que pela 1º vez na historia, uma mulher ganha o premio NOBEL de Economia.
    Isto prova que apesar das dificuldades, a mulher ainda ganha destaque na sociedade, superando assim preconceitos, e alcancando suas expectativas.
    A escolha de Ostrom fecha uma edição histórica na qual foi batido o recorde do número de mulheres agraciadas em um ano, com cinco do total de 12 premiados.

    Nos mulheres vivemos buscando mais dignidade e sociedades mais justas e igualitárias.Passamos dia após dia á procura de
    independência, liberdade,e identidade própria.
    Luta profissional e
    emocionalmente, para ser
    valorizada e compreendida;e a cada momento tenta ser a companheira, a amiga, a "rainha do lar";
    Em uma batalha incansavel por seus
    próprios direitos e também por um mundo
    mais justo e por uma sociedade sem
    violências.Resistindo aos sarcasmos daqueles
    que a chamam de, pejorativamente, de
    feminista liberal e que já ocupa um
    espaço na fábrica, na escola, na
    empresa e na política;
    Tudo isto só prova que nós que temos a capacidade de
    gerar outro ser, temos também o dever de
    gerar alternativas para que a nossa Ação
    criadora, realmente ajude outras
    mulheres a conquistarem
    a liberdade de ser.

    E como diria Adam Smith:
    "A humanidade é virtude da mulher; a generosidade é virtude do homem."

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